Um avião ultraleve Seamax M22, que a 3 de julho deste ano caiu depois de embater em cabos elétricos junto a Carvalhal, no concelho de Abrantes, tendo estado na origem de um incêndio em zona de mato, despenhou-se devido a falta de combustível.
Segundo o jornal Correio da Manhã, cita o relatório do Gabinete de Prevenção e Investigação a Acidentes Aéreos (GPIAA), “a causa provável para a paragem do motor em voo foi a falta de combustível a bordo para realizar a missão”.
O piloto, que como a Rede Regional avançou na altura, era o único ocupante da aeronave e não sofreu ferimentos, tinha 8.600 horas de voo, mas apenas 5h55 minutos de experiência naquele modelo.
O ultraleve fazia um voo com pouco mais de 250 quilómetros – entre os aeródromos da Maia e de Ponte de Sor – e terminou a menos de 50 quilómetros do destino.
































