Sex, 23 Fevereiro 2024

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Assassino de professora apanha 17 anos de cadeia

delminaclaro

O homem que matou Delmira Claro, uma professora de São Miguel do Rio Torto, Abrantes, foi condenado a 17 anos e seis meses de prisão, em cúmulo jurídico.

O coletivo de juízes considerou Hugo Sousa culpado dos crimes de homicídio (15 anos de prisão), roubo (quatro anos) e burla informática, (dois anos e seis meses), tendo fixando uma pena única de 17 anos e meia, a que se soma o pagamento de uma indemnização de 120 mi euros.

Recorde-se que o cadáver da professora de matemática, que tinha na altura 53 anos, foi encontrado na praia da Aguda, concelho de Sintra, nu da cintura para baixo, sem qualquer identificação, e em circunstâncias bastante misteriosas, a 1 de abril de 2013.

A mulher, que residia na Charneca da Caparica há vários anos mas deslocava-se ao concelho de Abrantes com frequência para visitar alguns familiares, só foi reconhecida dois dias depois, já no Instituto de Medicina Legal de Lisboa, pela própria filha, com quem não falava há cerca de 15 anos.

No dia 18 do mesmo mês, a Polícia Judiciária deteve Hugo Sousa, residente no Cacém, por suspeitas do homicídio de Delmira Claro, depois de o ter apanhado com o carro, documentos de identificação e alguns bens pessoais da vítima.

O tribunal deu como provado que o arguido e a professora, que mantinham uma relação amorosa, encontraram-se na noite do crime, e que Hugo Sousa agrediu Delmira Claro para lhe tirar os cartões bancários e respetivos códigos, tendo-a assassinado de seguida por afogamento.

Durante o julgamento, o homem, que se autointitula de “Raziel” no Facebook (o Arcanjo dos mistérios supremos, protetor e sabedor de todos os segredos de Deus), declarou-se sempre inocente, alegando que a vítima não só lhe deu  seu carro, como permitiu que efetuasse levantamentos no valor de 2.240 euros como pagamento de uma dívida.

A defesa de Hugo Sousa, que já tinha antecedentes criminais por crimes informáticos, anunciou que vai recorrer do acórdão.

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