Com apenas 7 anos de idade, o pequeno Paulo Ferreira luta quase há um ano contra um tumor no tronco cerebral.
Há poucos dias, os pais ouviram da boca dos médicos aquilo que ninguém desejava escutar: que não há cura para o caso do pequeno “Paulinho”, uma criança muito ativa e feliz até lhe ser detetada a doença.
“Não podemos aceitar essa resposta. Há sempre esperança e nós vamos à procura dela”, disse à Rede Regional Susana Ferreira, a mãe, explicando que a família já está à procura de terapias alternativas em países estrangeiros.
A aldeia onde residem, Arruda dos Pisões, e várias outras localidades do concelho de Rio Maior, sensibilizaram-se com o caso e estão já a organizar várias ações de angariação de fundos para que o Paulinho encontre um tratamento que o Serviço Nacional de Saúde não lhe garante.
Esta onda de solidariedade envolve a paróquia local, associações e coletividades e muitos cidadãos anónimos, que vão contribuindo com o que podem.
A família ainda não tem uma ideia de quanto um tratamento fora de Portugal poderá custar, mas sabe que “a vida de uma criança não tem preço”, como refere o pai, Nuno Ferreira.
O tumor de Paulo Ferreira foi detetado em dezembro de 2014.
Desde então, tem vindo a ser seguido no Hospital da Estefânia e no Instituto Português de Oncologia (IPO).
As duas cirurgias a que já foi submetido e a quimioterapia atiraram-no para uma cadeira de rodas há cerca de dois meses e roubaram-lhe já parte da visão, pelo que encontrar uma hipótese de tratamento alternativo é cada vez mais urgente.
Entretanto, foi aberta uma conta solidária com o NIB 0035 0259 0001 1335 50075.































