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Águas do Tejo voltam a subir e já há zonas “secas” que voltaram a ficar submersas

O caudal do rio Tejo voltou a subir nas últimas horas e várias zonas que estavam livres de água voltaram a estar submersas, caso da Praça Oliveira Marreca, na Ribeira de Santarém, um dos locais mais emblemáticos sempre que o Tejo galga as suas margens.

A estação hidrométrica de Almourol, media às 11h00 desta quinta-feira, um caudal de 6.114 m3/s, o mais alto dos últimos dias, e muito acima dos 4.731m3/s da tarde de ontem. Em Castelo de Bode, a situação também não é famosa. A barragem está a 93.76% da sua capacidade e a fazer descargas de 1.124 m3/s, ligeiramente acima da média de ontem. A boa notícia é que o caudal afluente (a água que entra) é menos (949 m3/s).

Das barragens espanholas não há grandes motivos para tranquilizar. Alcântara debitava esta manhã 2.883 m3/s, mais ou menos o mesmo caudal que recebia, acima dos 2.200m3/s da manhã de ontem, mas abaixo dos 3.300 m3/s registados durante a tarde. Ainda assim, a maior barragem de Península Ibérica mantem-se em alerta vermelho, o mais elevado, com uma cota de 95.19% da sua capacidade.

Cedillo, que ontem de manhã debitava 2.600m3/s e à tarde 3.499 m3/s, está hoje com um caudal de 4.525 m3/s (alerta vermelho), mantendo alguma capacidade de encaixe (está a 86.43%) mas a receber cerca de 4.750 m3/s).

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