Sex, 21 Junho 2024

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Adiado acórdão do falso piloto de aviões

A leitura do acórdão do falso piloto de aviões foi adiada para a próxima segunda-feira, no Tribunal de Benavente, que o está a julgar por seis crimes de burla qualificada cometidos sobre mulheres com quem se envolveu amorosamente.

Já depois de decorridas todas as sessões de julgamento, que decorre em Tribunal de Júri, o coletivo de juízes decidiu imputar a José Perestrelo Nogueira mais dois crimes, um de burla informática e outro de agressão sobre três das vítimas dos seus esquemas.

Perante as várias alterações substanciais e não substanciais da qualificação dos factos, o advogado do arguido e a advogada da sua cúmplice, Leonilde Soares, decidiram não prescindir do prazo legal que a lei lhes confere para se pronunciarem, o que motivou o adiamento da leitura do acórdão.

Nas alegações finais deste julgamento, que tem decorrido à porta fechada por envolver factos da vida íntima das mulheres enganadas, o Ministério Público (MP) pediu uma pena não inferior a 12 anos para Perestrelo Nogueira.

O homem, de 57 anos, que está em prisão preventiva, apresentava-se às vítimas que conhecia através da Internet como piloto da aviação civil ou ex-piloto da Força Aérea, entre outras identidades completamente inventadas e documentos falsos.

Segundo a acusação do MP, terá lesado as ofendidas em, pelo menos, 60 mil euros em dinheiro, além de lhes ter retirado bens materiais, como ouro, móveis e talheres de prata.

O arguido terá contado com ajuda de Leonilde Soares, que se fazia passar por juíza do Tribunal da Relação, entre outros cargos de elevado estatuto social, para dar credibilidade às mentiras de Perestrelo Nogueira.

Duas das queixosas, que pedem para não ser identificadas, disseram à Rede Regional que a cúmplice afirmou durante o julgamento ser apenas mais "vítima" dos esquemas de Perestrelo Nogueira.

Já o arguido, remeteu-se ao silêncio durante as audiências, afirmando que tinha apenas uma declaração para fazer no final.

Quando lhe foi dada oportunidade para falar, Perestrelo Nogueira, que afirmou ser "professor de equitação" quando a juiz-presidente lhe perguntou a profissão, disse apenas estar a ser alvo de uma cabala montada por uma das ofendidas no processo, uma das mulheres com quem viveu durante mais tempo.

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