Segundo o diretor clínico, Paulo Sintra, o hospital tem 64 camas nas duas enfermarias dedicadas da nova urgência COVID, numa ala com cerca de 2.000 metros quadrados, e outras 23 camas na Unidade de Cuidados Intensivas (UCI), passando de uma média de 3,2 camas por 100 000 habitantes, abaixo da média nacional, para o atual registo.
“Apesar das dificuldades orçamentais e de recursos disponíveis, o HDS esteve sempre na linha da frente duma forma discreta mas eficiente, investindo o necessário para fazer frente ao COVID-19”, salienta o médico, acrescentando que o hospital “continua a reinventar-se, promovendo a qualidade e diferenciação técnica dos seus serviços”.
Desta vez, foi o Serviço de Patologia Clínica que se organizou e garantiu a diferenciação e a qualidade dos seus profissionais, conseguindo atualmente realizar os testes de PCR para COVID-19, explica Paulo Sintra.
Segundo o diretor clínico, este facto “permite respostas mais rápidas, maior eficiência dos serviços dedicados ao COVID19, e cobertura total das suas necessidades estando preparado para eventuais novos surtos”.































