Qui, 18 Abril 2024

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Hospital de Santarém retoma atividade assistencial

O Hospital Distrital de Santarém (HDS) vai começar, gradualmente, a retomar a atividade regular. Em comunicado, a administração do hospital explica que a decisão ocorre numa altura em que a pressão sentida devido à Covid-19 está, finalmente, a aliviar, o que permitiu reduzir o número de camas em enfermaria para doentes com Covid-19 e, consequentemente dar resposta à procura crescente de doentes não covid.


Segundo o diretor clínico do HDS, Paulo Sintra, no último ano, o hospital manteve, dentro do que a pandemia permitia, a resposta em todas as áreas mais sensíveis. “Todos os tratamentos a doentes oncológicos e crónicos foram realizados ou reagendados dentro dos tempos tidos como seguros. Tanto a radioterapia, como a quimioterapia e, especialmente, a cirurgia de doentes oncológicos mantiveram níveis de excelência”, refere.

Paulo Sintra diz que “se no pior período da pandemia alguns indicadores caíram para valores preocupantes, em dezembro de 2020 já mostravam franca recuperação. Exemplo disso é a percentagem de doentes oncológicos tratados dentro do tempo máximo de resposta garantido (TMRG), que em janeiro de 2020 se situava nos 77%, e em junho de 2020 tinha caído para 46% e em dezembro havia recuperado para 83%, tendo como objetivo atingir os 95% ainda este ano.”

De acordo com o responsável, “a gestão rigorosa de recursos e capacidade, assim como a resiliência dos seus colaboradores, permitiu evitar repercussões mais graves da pandemia na saúde da população que o hospital serve”.

Em 2020, o HDS realizou 132.228 consultas reduzindo o tempo médio de espera por consulta dos 151 dias em junho de 2020 para os 96 dias em dezembro de 2020, tendo apenas 10% das suas consultas em espera com mais de 9 meses.

Por sua vez, foram realizadas 6.017 cirurgias permitindo recuperar a mediana de tempo de espera para cirurgia de 6,8 meses para 5,2 meses.
No que respeita ao futuro, Paulo Sintra adianta que um dos grandes objetivos é aumentar a atividade com doentes não covid, nomeadamente daqueles considerados não prioritários, recuperando áreas como a cirurgia de ambulatório.

Por outro lado, o diretor clínico revela que outra das intenções é continuar o encaminhamento de doentes não graves do Serviço de Urgência para os Centros de Saúde, dando continuidade à dinâmica já iniciada há um ano, com a intenção, entre outras, de alocar os recursos humanos a outras áreas de tratamento hospitalar.

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