Assim, a especialidade de Cardiologia passa a contar com seis médicos no quadro, a que se juntam 16 médicos prestadores de serviço, que nunca optaram pela integração nos quadros do CHMT.
“O Inicio de atividade dos três novos cardiologistas no CHMT suscita uma grande expectativa do reforço do referido Serviço. Expectativa que será acompanhada quer pela ARS-LVT, quer pelo próprio Ministério da Saúde, já que todas estas entidades têm a perfeita noção de que 16 médicos prestadores de serviço não é a forma mais eficaz para a sustentabilidade da Especialidade de Cardiologia para toda a Região do Médio Tejo”, pode ler-se num comunicado do CHMT.
Dos três novos cardiologistas recém-contratados, um deles iniciou este ano a colaboração com o CHMT, EPE, em regime de prestação de serviços, enquanto aguardava a entrada nos quadros, tendo dado um forte contributo para o aumento de atividade verificada durante o ano 2020.
De sublinhar que, mesmo em ano de pandemia e apesar do Plano de Contingência implementado face à Covid-19, no ano de 2020 foram realizadas 5.879 consultas de Cardiologia, até final do mês de novembro, o que representa um acréscimo de +11% face a igual período de 2019.
Também os procedimentos técnicos realizados em ambiente cirúrgico como colocação de pace-makers e dispositivos de ressincronização cardíaca, registam um crescimento de 43% até final do mês de novembro, o que significa igualmente que o atual conselho de administração nunca se conformou com o baixo desempenho assistencial desta especialidade.
Este novo impulso que o Conselho de Administração tem vindo a dar ao Serviço de Cardiologia é, igualmente, notório e visível nos números das Lista de Espera de consulta desta especialidade, que em novembro de 2020 apresentava já uma diminuição de 417 doentes, o que significa uma diminuição de 74% face a dezembro de 2019, com 147 doentes inscritos.
A lista de espera de cirurgia do Serviço de Cardiologia tinha no final de novembro deste ano de 2020, 56 doentes com um tempo médio de espera de 39 dias, com uma diminuição de 12%, face a dezembro de 2019.
































