Sáb, 24 Fevereiro 2024

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Tagus Valley e Nersant homenagearam Manuel Lopes de Sousa

Depois de uma vida cheia de medalhas e de prémios, Manuel Lopes de Sousa foi recentemente homenageado pelo TagusValley e pela Nersant, numa homenagem que procurou destacar e elogiar uma vida inteira dedicada ao engenho prático e à criatividade.

O inventor de Abrantes recebeu das mãos de duas senhoras, Salomé Rafael, presidente do Nersant, e Maria do Céu Albuquerque, presidente da Câmara Municipal de Abrantes e do Tagus Valley, mais duas peças para expor na sua longa parede de troféus, numa iniciativa que partiu do Tecnopolo do Vale do Tejo no âmbito da Semana Europeia do Empreendedorismo.

Manuel Lopes de Sousa esteve presente e fez-se acompanhar da sua melhor companhia, os seus inventos, que o ajudaram a contar muitas estórias e explicações que ficam no ouvido pela sua simplicidade e pragmatismo.

Em poucas palavras, resumiu os pilares base da sua vida: “inovação: invenção construída e colocada ao serviço do homem", "invenção: aplicação engenhosa dos nossos conhecimentos", "criatividade: arte de conseguir algo a partir do nada", "como ser criativo: ser trabalhador, persistente, não ter medo de errar e usar a cabeça", ou até "como usar a cabeça: treiná-la para dar respostas prontas quando forem solicitadas”.

Manuel Lopes de Sousa sempre aliou a vontade de criar ao seu negócio, principalmente nas máquinas agrícolas por si construídas, e o seu nome está inscrito em máquinas que laboraram ou laboras nos campos de norte s do país e além fronteiras.

Contou o filho, Carlos Lopes de Sousa, administrador da STI, que quando foi a Angola, ainda não há muitos anos, viu uma máquina do pai a trabalhar, atada com uma corda a uma árvore.

Carlos Lopes de Sousa, um dos três filhos, revelou que o pai sempre levou o nome de Abrantes ao mundo, já que as suas máquinas sempre tiveram o nome da cidade nos seus alumínios.

A busca de soluções para situações práticas e problemas com que se deparava faziam a base do seu engenho disse o filho, explicando que o progenitor sempre com uma grande preocupação em gastar o menos possível.

Segundo o mesmo, Manuel Lopes de Sousa sempre criou a pensar nos custos, fazendo com o mínimo indispensável ou com numa utilização racional de metais.

 

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