A Comissão Concelhia de Benavente do PCP considera o encerramento do “Serviço de Verificação de Incapacidades” (mais conhecidas por “Juntas Médicas”) da Segurança Social em Samora Correia como “um recuo na qualidade de vida das gentes” do concelho.
A decisão do governo significa “mais um serviço público encerrado no concelho”, assinala uma nota de imprensa desta estrutura concelhia, para quem esta decisão obriga os utentes “a deslocar-se a Santarém, a dezenas de quilómetros, num encargo desproporcionado imposto a quem menos condições tem para o suportar, nem transportes públicos com regularidade e horários adequados”.
“A justificação do Instituto da Segurança Social, por sua vez, traduz uma visão economicista e neoliberal da organização do Estado que espelha as opções políticas deste governo, marcadamente ao serviço de uns poucos e em confronto aberto com os trabalhadores do país, uma vez que as Juntas Médicas “pela sua própria natureza, servem pessoas que se encontram numa situação fragilizada”. “O que se impunha e o que continuamos a exigir é o reforço dos serviços públicos no concelho, não o seu progressivo esvaziamento”, explica o PCP de Benavente, acrescentando que vai “exigir ao Governo explicações sobre esta decisão na Assembleia da República, apurando responsabilidades e pressionando pela reversão desta medida”.
































