Ter, 16 Abril 2024

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Municípios contra privatização da Companhia das Lezírias


“A Companhia das Lezírias deve continuar a ser património público” é o nome da moção aprovada durante a última assembleia da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIM-LT), através da qual este organismo aprovou o envio de uma recomendação ao governo para que mantenha a empresa agrícola na esfera do Estado.

O documento, que se manifesta contra uma possível privatização da Companhia das Lezírias, foi apresentado pelos eleitos da CDU e aprovado por maioria com os votos favoráveis de todas as restantes forças políticas, à excepção do PSD.

A recomendação “exorta o governo a manter a empresa como património exclusivo do Estado Português, rejeitando qualquer tentação de privatização parcial ou total da empresa”, segundo se lê no documento, onde a assembleia da CIM-LT se congratula com os resultados que têm sido alcançados pela Companhia das Lezírias.

Nos últimos 15 anos, esta sociedade anónima tem registado excelentes performances financeiras, com destaque para os 500 mil euros de resultados líquidos positivos em 2010 e de um valor superior a um milhão de euros em 2011. E isto operando em sectores como a agricultura, a criação de gado e o turismo, lembram os proponentes da moção, lembrando que a Companhia das Lezírias “emprega cerca de uma centena de colaboradores”.

Fundada há 175 anos em Samora Correia, concelho de Benavente, a empresa, que gere cerca de 20 mil hectares de charneca, está a apostar no reforço da produção agrícola.

São os casos do arroz e montado de sobro, produção de carne de qualidade, cavalos de reconhecido valor na sua coudelaria, e produção de azeite e de vinhos, com vários produtos premiados a nível nacional e internacional, salientam os proponentes da moção, acrescentando que a Companhia das Lezírias tem seguido uma “política de sustentabilidade ambiental traduzida em práticas amigas do ambiente e em parcerias com várias organizações não governamentais e instituições de ensino e investigação na área do ambiente”.

A recomendação vai ser enviada ao Conselho de Administração da Companhia das Lezírias SA, aos ministros da Economia, Finanças e Agricultura, aos grupos parlamentares e à presidente da Assembleia da República.

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