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Deputados do PS preocupados com eventual encerramento da Segurança Social em Samora Correia

Os deputados do Partido Socialista, Hugo Costa e Marcos Perestrello, questionaram esta quarta-feira, 17 de dezembro, a Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, sobre o funcionamento do serviço de local de Segurança Social na cidade de Samora Correia, no concelho de Benavente, e sobre a eventualidade do mesmo vir a fechar.

Para Hugo Costa, eleito por Santarém, “o acesso a serviço públicos de qualidade é uma exigência permanente e que deve merecer a melhor atenção de quem nos governa, pelo que é urgente o governo esclarecer se quer mesmo encerrar a segurança social em Samora Correia e, não se confirmando essa intenção, qual é a estratégia de recuperação de um atendimento permanente, bem como as medidas imediatas para colmatar a situação, de atendimento público apenas um dia por semana, que é altamente prejudicial para as populações.

No texto enviado à ministra, os deputados consideram que a limitação do funcionamento a um único dia por semana compromete a eficiência e a proximidade do Estado com os cidadãos, em particular numa área territorial que tem experimentado expansão populacional e cujas necessidades de apoio social tendem a aumentar.

“O Serviço Local de Samora Correia, além de atender questões correntes dos utentes, desempenha um papel relevante na inclusão social e na coesão territorial. A precariedade do atendimento presencial pode resultar em adensamento de desigualdades no acesso aos serviços públicos, forçando muitos munícipes a deslocarem-se a outras localidades para tratar de assuntos fundamentais junto da Segurança Social”, dizem os deputados.

Hugo Costa e Marcos Perestrelo recordam ainda as declarações recentes da responsável distrital do Instituto da Segurança Social, Paula Carloto, que afirmou que está em curso uma reavaliação das instalações no distrito de Santarém, incluindo a de Samora Correia, sendo que não existe ainda uma solução definida para a situação. “Tal indefinição agrava a apreensão dos cidadãos e das entidades locais sobre o futuro da resposta presencial neste território”, dizem os socialistas.

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