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Comunidade do Médio Tejo aprova relatório de gestão e apresenta atividade

A Assembleia da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) aprovou no dia 24 de maio, por maioria, com três abstenções da CDU, o Relatório de Gestão de 2020, que apresentou um resultado líquido 738.270,20€.


Em jeito de balanço, a presidente da CIMT, Anabela Freitas, salientou que o ano económico de 2020, apesar da adaptação da CIM do Médio Tejo à crise pandémica que assolou o país, resultou num trabalho de continuidade bastante positivo em termos de execução física e financeira, repercutindo-se na implementação de projetos aprovados em diversas áreas importantes para a região, tais como: educação, proteção civil, mobilidade, turismo e cultura.

No âmbito do Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial da CIM do Médio Tejo, foi aprovada a sua reprogramação, prevendo-se uma dotação de fundo contratualizado com o CENTRO2020 de cerca de 54 ME, destinados ao investimento público na saúde, no património cultural e natural do Médio Tejo e para investimentos nos ensinos pré-escolar, básico e secundário, bem como para investimentos promovidos por micro e pequenas empresas.

Na sessão da Assembleia, a presidente explicou que a CIM do Médio Tejo está a encetar esforços para prosseguir com o objetivo de se reconverter a indústria de produção de energia com base em combustíveis fósseis, tais como o carvão, mas também para os setores da habitação e dos transportes.

Anabela Freitas recordou que na região do Médio Tejo existe a Central Termoelétrica do Pego, em Abrantes, e que o governo português anunciou o término da produção a carvão até 30 de novembro de 2021.

Sobre a pandemia COVID-19, a presidente salientou que a CIM do Médio Tejo já investiu cerca de 822 mil euros em vários bens e serviços adquiridos de modo a mitigar a contaminação do vírus, considerada uma das principais preocupações dos autarcas da região.

Já no que se reporta aos projetos da CIM, e no âmbito da Afirmação Territorial do Médio Tejo, Anabela Freitas explicou que está em execução a candidatura Rotas e Percursos em Património Natural, onde se preveem um conjunto de intervenções, que passam pela valorização do património natural e a implementação de sinalética de percursos pedestres de âmbito intermunicipal, bem como ações de promoção e divulgação das rotas e percursos existentes.

Na área do Transportes, Anabela Freitas destacou que atualmente o Transporte a Pedido está em operação em todos os concelhos do Médio Tejo, com 78 circuitos e cerca de 1.400 paragens.

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