“Sabemos que setor da saúde passou por dificuldades mas não podemos estar a votar em consciência com mapas desatualizados”, referiu o presidente da autarquia, Ricardo Gonçalves, durante a discussão do assunto.
O vereador com o pelouro da Saúde na autarquia scalabitana, Diogo Gomes, reforçou a informação do presidente, dizendo que os vários pedidos de esclarecimento à ARS não foram respondidos com a clareza desejada, o mesmo acontecendo com as perguntas colocadas numa reunião entre município e administra regional.
Diogo Gomes acrescentou que muitos dos mapas que levaram aos pressupostos e montantes desta transferência de competências são referentes a 2018, não incorporando a realidade e conjuntura atual, nem a degradação dos edifícios e equipamentos nestes quatro anos.
O vereador disse ainda que as dúvidas são partilhadas pelos vários serviços da autarquia, da administração e finanças à manutenção, passando pela saúde, ação social e jurídico.
A autarquia mostrou-se no entanto disponível para receber estas competências, à semelhança do que já fez com a educação, mas só após a correção das deficiências detetadas.































