Dom, 16 Junho 2024

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Câmara de Santarém baixa dívida para 41,9 milhões de euros

A Câmara Municipal de Santarém aprovou esta segunda-feira, 18 de abril, o relatório de gestão e mapas da prestação de contas do município referente ao ano de 2021, que apresenta uma redução da dívida da autarquia em cerca de 2,7 milhões, para 41,9 milhões de euros.

O presidente do município, Ricardo Gonçalves, considera que as contas agora aprovadas “permitem encarar o futuro com mais otimismo”, tendo recordado que há dez anos a dívida era de quase 100 milhões de euros, tendo baixado cerca de 60 milhões numa década, numa média de 6 milhões/ano.

Em termos absolutos, a receita total cobrada no final de 2021 aumentou 5,4 milhões de euros face ao ano anterior, aumento este motivado, essencialmente, pelos aumentos verificados no saldo da gerência anterior, nas transferências correntes e de capital e nos impostos diretos, como é o caso do IMT (Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas) que aumentou 1,4 milhões de euros face a 2020.

O saldo para a gerência aprovado pelo município é de 8,3 milhões de euros, consubstanciando um aumento de, sensivelmente, 2,3 milhões euros face ao ano anterior.

O total do ativo do Município de Santarém atingiu em 2021 o valor de 248,6 milhões de euros, verificando-se um aumento de 4,6 milhões de euros face ao valor atingido no final de 2020.

Já a dívida do município diminuiu 2,7 milhões de euros (no final de 2011 a dívida ascendia a 99,7 milhões de euros, e no final do ano de 2021 situa-se nos 41,9 milhões de euros, apresentando assim uma diminuição de, sensivelmente, 57,8 milhões de euros, o que representa uma redução relativa de 59% em apenas dez anos).

Apesar desta redução, e de um impacto de 3,1 milhões de euros que a pandemia de Covid-19 teve nas contas do município, o valor do investimento em 2021 fixou-se nos 7,9 milhões de euros.

Como nota de destaque, refira-se que o prazo médio de pagamento da autarquia (sem contar com o processo da EPS, em negociação com o Estado) é de 25 dias.

“Estes resultados favoráveis, permitiram-nos, não só manter a tendência de descida dos impostos municipais de forma sustentada, com a redução do IMI e da Derrama e com manutenção o IMI Familiar, mas também otimizar o recurso ao apoio comunitário, desenvolvendo projetos estratégicos para o concelho, na área da educação, do associativismo, da regeneração urbana (como é o caso do Plano Local de Habitação que permitirá ao Município beneficiar de fundos na ordem dos 22 milhões de euros), do desporto, na recuperação de infraestruturas viárias, na limpeza urbana, não esquecendo a aposta na área do turismo”, pode ler-se no documento submetido à aprovação dos vereadores e que contou com 8 votos a favor do PSD e PS e a abstenção do vereador do Chega.

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