No dia em que se assinala a elevação do Entroncamento a cidade, 20 de junho, o centro cultural vai acolher a apresentação pública do ferroviário como o doce local, a partir das 19 horas.
Originalmente, o doce ferroviário foi criado pela Pastelaria Ribatejo, uma das casas que fazem parte das memórias do Entroncamento.
O projeto tem vindo a ser desenvolvido há mais de um ano pela Escola Profissional Gustave Eiffel (EPGE), com o objetivo de recuperar este doce local e aumentar o seu reconhecimento público, e em parceria com a ACIS – Associação Empresarial de Torres Novas, Entroncamento, Alcanena e Golegã, com Luís Boavida (antigo gerente da Pastelaria Ribatejo), com o Museu Nacional Ferroviário e com o Município do Entroncamento
Para além do doce, estão a ser estudados, em conjunto com os parceiros, outros detalhes como a embalagem que tem o formato do baú de almoço que acompanhava tradicionalmente os trabalhadores ferroviários.
Este baú era um recipiente de uso pessoal, utilizado pelo maquinista ou fogueiro, e outros trabalhadores da via, para transporte do farnel, mantimentos e outros objetos de uso pessoal.































