Os responsáveis do agrupamento têm procurado resolver a questão junto da empresa responsável pelo fornecimento das telecomunicações, a atual Altice Portugal, mas sem obter qualquer resposta até ao momento a nível da assistência, apesar dos contatos insistentes.
A situação está a provocar o descontentamento por parte da direção da escola, que considera que a empresa deveria dar prioridade ao caso por tratar-se de um estabelecimento de ensino.
Além dos constrangimentos ao normal funcionamento da escola, os professores e os auxiliares de educação têm sido obrigados a utilizar os seus telefones pessoais.
































