Seg, 15 Julho 2024

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Vinhos do Tejo têm de apostar na cultura e história do país

Os vinhos portugueses têm que construir uma imagem mais assente na cultura e na história do país para penetrar no mercado americano. A opinião é de Candela Prol, especialista norte-americana do setor dos vinhos, que esteve em Portugal para participar numa acção promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo.

A especialista diz que não basta ter uma ou duas boas marcas de vinho, como aconteceu com os australianos e argentinos, que entraram fortes no mercado americano mas hoje estão com maiores dificuldades, porque o consumidor cansou-se e procura novos sabores.

Candela Prol fez parte de uma comitiva norte-americana de especialistas em vinho que visitou na semana passada a região vitivinícola do Tejo e incluia jornalistas, empresários de restaurantes, importadores e sommeliers.

Adele Capela, importadora norte-americana, defendeu também que a penetração dos vinhos portugueses nos EUA tem que ser feita de forma tradicional, sempre através de importadores que, por sua vez, tratarão da relação com os distribuidores, o trade e a restauração.

“O mais importante é que o importador acredite nos vinhos que está a comercializar, pois este é um negócio de caráter muito pessoal e, a partir do momento em que acreditamos no vinho vamos fazendo a introdução no mercado por fases, primeiro num ou dois estados e, só depois, apresentar aos demais”, explica a empresária.

Para Adele Capela, a estratégia dos vinhos portugueses não pode apenas assentar no ‘mercado da saudade’, mas antes pela excelente relação qualidade preço que estes apresentam.

Os Estados Unidos têm sido um mercado de grande importância para os Vinhos do Tejo, principalmente nos últimos 2 anos, onde apresentaram crescimentos na ordem dos 119%.

O presidente da CVR Tejo, José Pinto Gaspar, refere que "num espaço de cinco anos", o objetivo é "quadriplicar o volume de litros exportados para os Estados Unidos, atingindo o valor de cerca de 2.500 litros comercializados. “Já este ano devemos exportar 1 milhão de euros, e devemos duplicar este volume já em 2014”, conclui.

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