O autarca considera que a insolvência da empresa, situada na Zona Industrial do Cartaxo, em Vila Chã de Ourique, e que emprega cerca de uma centena de trabalhadores, “terá efeitos devastadores na nossa economia local e numa população já fragilizada e afetada com a situação de pandemia que vivemos, sem fim à vista”.
As dificuldades da empresa de suspensões de folha de mola e braçadeiras para veículos comerciais, que exporta cerca de 90% da sua produção, já não são novas mas a situação agravou-se e, no presente mês, entrou em processo de insolvência.
Pedro Magalhães Ribeiro revela que já contactou a administradora da empresa, Inês Carmona, que o informou que existe a convicção de que a empresa possa continuar a laborar através de um plano de recuperação para o efeito.
“Pretendemos que sejam avaliadas todas as hipóteses”, diz Pedro Magalhães Ribeiro, justificando assim o repto aos dois governantes para se encontrar uma solução.
Recorde-se que a Comissão Concelhia do Cartaxo do PCP manifestou este sábado, 18 de julho, em comunicado, a sua oposição ao encerramento da Fleximol, uma empresa instalada no Cartaxo desde a sua constituição, e que ali desenvolve a sua atividade há mais de trinta anos.
































