Sex, 1 Março 2024

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O impacto do jogo online na economia em Portugal

Os números são avassaladores e impressionantes, mas mesmo assim não são uma surpresa. Segundo os dados oficiais revelados pelo Serviço de Regulação e Inspecção de Jogos (SRIJ) do Ministério da Economia do Governo português, o jogo online rendeu aos cofres nacionais 567 milhões de euros. Esta é uma fatia considerável, até porque se estima que o número de jogadores online no país ande à volta dos 760 mil.


Este é um sector que continua em franco crescimento. E com o aumento da procura, prolifera também a oferta. Casas de apostas como a https://bettilt-portugal.com/ podem ser novas no mercado nacional, mas rapidamente captam novos utilizadores, crescendo exponencialmente. É fácil entender a popularidade do jogo online. Com o desenvolvimento da tecnologia e a regulação do sector, longe vão os tempos em que a world wide web era um território sem lei. Hoje é totalmente seguro efectuar transferências online e partilhar informação sensível sem correr o risco de cair nas mãos de terceiros.
Assim, o jogo online tornou-se tão seguro quanto confortável. O jogador encontra assim uma forma privada, mas também simples e rápida de ganhar dinheiro ou de rentabilizar as suas poupanças. E, com isso, o estado sai também a ganhar. Por exemplo, em 2020, a receita bruta do jogo online cresceu mais de 55 por cento em relação ao ano anterior, enquanto que em 2021 esse crescimento foi de mais de 111 por cento face ao mesmo ano.

O jogo online em Portugal
Os primeiros casinos online surgiram no início deste século, mas durante muitos anos operaram numa espécie de limbo legal. Foi só em 2015 que Portugal legalizou este tipo de sites, regulando um sector que era dado a fraudes e esquemas e garantindo uma maior segurança e protecção do jogador online.
Depois de um período de transição, 2016 marcou a emissão das primeiras licenças de jogo em Portugal. Com isso, começou-se a assistir a vários benefícios para todas as partes envolvidas nesta indústria. Os jogadores passaram a estar mais salvaguardados, além de haver garantias para que os menores não possam apostar ou até apoio psicológico a quem necessita.
Por outro lado, as empresas receberam um voto de confiança, permitindo actuar com outras ferramentas. E, finalmente, o Estado português ganhou uma nova receita que estava a escapar ao erário público por intermédio da economia paralela.
Contudo, em simultâneo, vieram também os problemas. É que, em Portugal, torna-se muito complicado para um novo operador entrar no mercado e receber licença. Este é um processo muito burocrático e que, pela taxa fiscal elevada, baixa as margens de lucro das empresas e, consequentemente, a dos jogadores. Muitas plataformas, apesar de terem licença de jogo emitida por outros governos, não têm permissão legal para operar em Portugal. Mas felizmente existem muitas formas de contornar este bloqueio.

Os problemas associados
Com o aumento do jogo online crescem também os problemas associados, nomeadamente o crescimento do número de pessoas a precisarem de tratamento médico. Afinal de contas, o jogo pode ser uma adição muito grave, que leva a problemas de endividamento e, claro, distúrbios de saúde mental, que podem afectar a vida privada e profissional.
Assim, é fundamental o jogador online adoptar uma postura séria, responsável e inteligente no momento de jogar. Primeiro que tudo, é muito importante não apostar acima das suas possibilidades, de forma a não contrair dívidas que não pode saldar. Para isso, ajuda criar limites a si próprio e uma estratégia de jogo planeada, que deve seguir de forma estrita. Mas não só.
Se notar que está a perder o controle deve procurar imediatamente ajuda especializada. Em Portugal, qualquer utilizador pode pedir a autoexclusão das plataformas de jogo online por um determinado período de tempo ou permanentemente. Além disso, pode procurar auxílio também junto da Divisão de Intervenção Terapêutica do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD).

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