“Este é um espaço que pertence à comunidade, e só com a participação de todos conseguiremos dar vida ao mercado”, afirmou Paulo Queimado, o presidente da Câmara da Chamusca, na ocasião da reabertura.
O projeto de requalificação representou um investimento a rondar os 381 mil euros, empregues sobretudo na modernização do equipamento, que vai apostar na promoção e comercialização de produtos tradicionais e locais, com 15 espaços disponíveis.
Segundo uma nota de imprensa da autarquia, a grande reformulação do mercado ocorreu no interior, onde “nas áreas de restauração, são propostas a criação de duas áreas simétricas para esplanada e mesas, criando uma zona de confluência entre mercado tradicional e mercado moderno”.
“Ao nível do branding da infraestrutura, foi criada uma linha de design e de sinalética comum aos vários espaços, quer no interior, quer no exterior”, explica a mesma nota, acrescentando que “esta linha é ainda proposta para o desenvolvimento de embalagens e de utensílios (copos, pratos, guardanapos, sacos de compras, produtos de marca própria, merchandising, menus, fardas) que tenham uma imagem comum aos vários espaços e se identifiquem com a imagem de marca do mercado”.































