Sex, 19 Julho 2024

PUB

RODAPE-CONTEUDOS

PUB

PUB

PUB

PUB

PUB

PUB

PUB

Siga o nosso canal de WhatsApp e fique a par das principais notícias.

Modelo da Águas do Ribatejo apresentado em Conferência Nacional

Carlos Coutinho (à direirta) ao lado do administrador Mora de Campos
Carlos Coutinho (à direita) ao lado do administrador Mora de Campos

A empresa intermunicipal Águas do Ribatejo (AR) vai apresentar o seu projeto de gestão dos sistemas de abastecimento de água e saneamento na IX Conferência Nacional da Água, que decorre a 18 e 19 de novembro em Oeiras.

Carlos Coutinho, vogal do conselho de Administração da AR, e presidente do Município de Benavente, e Pedro Ribeiro, presidente do Município de Almeirim, são os convidados do debate que vai reunir gestores, técnicos, investigadores, professores e alunos interessados na temática numa altura em que o setor passa por uma reforma em Portugal.

O modelo implementado pela Águas do Ribatejo é único em Portugal com a agregação vertical da alta e da baixa, ou seja, a garantia do abastecimento de água desde a captação, tratamento, até à distribuição aos consumidores e a drenagem, recolha e tratamento das águas residuais com um processo completo que culmina com o aproveitamento das águas tratadas ou a devolução às linhas de água.

O modelo da Águas do Ribatejo tem a particularidade de ser um sistema gerido apenas pelos municípios, em que os resultados são traduzidos em investimentos, em vez de serem distribuídos aos acionistas. A responsabilidade social da AR inclui um tarifário mais económico (o mais barato da região) para a generalidade dos clientes e um tarifário social para as famílias mais carenciadas e para famílias numerosas.

Não concordamos com o que está a suceder no país no setor das águas. A gestão pública da água é para nós fundamental, não pode ser de outra forma. E com a Águas do Ribatejo fica demonstrado que as autarquias podem fazer uma excelente gestão da água”, afirma Carlos Coutinho.

O também vogal na empresa Águas do Ribatejo não tem dúvidas que este modelo pode ser aplicado a muitos municípios do país, alguns dos quais já estabeleceram contato no sentido de perceber o seu modo de implementação, funcionamento e resultados.

É preciso ter muita coragem para tornar um sistema destes viável, sobretudo quando muitos municípios mantiveram a gestão na baixa com dívidas muito significativas, o que os fragiliza neste processo todo e outros têm sistemas contratuais muito difíceis”, reflete Carlos Coutinho.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Notícias Relacionadas

PUB

PUB

PUB

PUB

PUB

PUB

PUB

PUB

PUB

PUB