Sáb, 15 Junho 2024

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Hotel da Quinta das Pratas à venda por 450 mil euros

O Hotel da Quinta das Pratas, no Cartaxo, volta esta segunda-feira, 10 de junho, a estar à venda online, desta vez com o preço mínimo fixado em 450 mil euros, ou seja, quase cinco vezes inferior ao valor do primeiro procedimento de venda, há cerca de ano e meio, que foi na altura de 2,14 milhões de euros.

Esta é a quinta vez que o direito de superfície da unidade hoteleira vai a leilão, sendo que só por uma vez, em novembro de 2023, foi feita uma oferta, na altura ligeiramente acima do valor mínimo de 943 mil euros, mas que acabou por não ser concretizada.

O Hotel da Quinta das Pratas foi declarado insolvente em 2014. O equipamento, instalado no complexo municipal da Quinta das Pratas, possui um direito de superfície, concedido pelo município em 1998, por 70 anos, sendo a única unidade hoteleira existente na cidade, o que levou o presidente da Câmara do Cartaxo, João Heitor a referir há uns meses que o equipamento “tem uma importância enorme” para o concelho.

“Para nós é fundamental que esta situação se resolva o mais depressa possível”, disse o autarca à agência Lusa, salientando que o município deixou claro junto do administrador de insolvência que o equipamento não pode ter outra utilização.

Para o autarca, o que é importante é que o equipamento “funcione enquanto hotel, com elevada qualidade e o mais depressa possível”.

O tempo que decorreu desde a declaração da insolvência, num processo que corre no Tribunal do Comércio de Santarém, marcado por sucessivos recursos a instâncias superiores, e a utilização abusiva do espaço, que apresenta sinais de degradação, vai exigir um “investimento considerável”, admitiu João Heitor.

Apesar da existência do processo, o espaço manteve-se aberto, não tendo sido entregue voluntariamente ao administrador de insolvência, o qual viu goradas várias tentativas para tomar posse do equipamento, acabando por recorrer às forças policiais para a posse efectiva do espaço.

Entre os credores contam-se o Instituto de Turismo de Portugal, que reclama um crédito de perto de 2,5 milhões de euros (77%), o Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social (412,6 mil euros), a Autoridade Tributária (187 mil euros), entre outros, nomeadamente algumas pessoas singulares, incluindo trabalhadores, num total de 3.2 milhões de euros de massa insolvente.

O edifício, instalado num terreno com 4.000 metros quadrados, possui três pisos, dois dos quais com 15 quartos cada, receção, bar, restaurante, cave com quartos para o pessoal e manutenção e uma sala ampla que a sociedade insolvente, Oliveira e Baião – Hotelaria e Turismo, foi cedendo para usos como ginásio e discoteca.

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