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EPAL gasta 13 milhões a recuperar Estação de Tratamento de Vale da Pedra

eta vale pedra

 

A EPAL – Empresa Portuguesa das Águas Livres, colocou simbolicamente esta quarta-feira, 23 de março, a primeira pedra da remodelação da Estação de Tratamento de Água (ETA) de Vale da Pedra, concelho do Cartaxo, numa obra onde a empresa, do Grupo Águas de Portugal, vai investir 13 milhões de euros.

A requalificação desta que já foi a principal do país no fornecimento a Lisboa incidirá na introdução de novas etapas de tratamento, com o objetivo de melhorar quer a qualidade da água, quer a otimização energética, a par do reforço da segurança dos trabalhadores, sendo estes os “três principais pilares da intervenção”, explicou José Sardinha, presidente do conselho de administração da EPAL.

O presidente da Câmara Municipal do Cartaxo, Pedro Magalhães Ribeiro, reconheceu o “fortíssimo investimento da EPAL. Talvez um dos maiores a serem feitos na nossa região, nos próximos dois a três anos”, destacando o trabalho da EPAL no concelho “que tem sido um parceiro extraordinário do nosso município”.

A localização de Vale da Pedra – junto às margens do rio Tejo –, foi lembrada pelo presidente da Câmara, que assegurou partilhar com o Ministro do Ambiente “a preocupação com o nosso principal rio”, destacando o seu valor num território “que em 2016, ainda tem por resolver questões da maior importância para o ambiente e para a qualidade de vida das populações”, referindo-se ao tratamento das águas residuais.

A obra, que será executada pelo consórcio GRAVINER/EFACEC, tem início este mês, com um prazo de execução de 970 dias.

 

Ministro aconselha portugueses a beberem água da torneira

A cerimónia foi presidida pelo Ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, que esteve acompanhado do Secretário de Estado Carlos Martins. Para o ministro, o investimento da EPAL é da maior importância pelo que representa “como investimento na qualidade da água que nos chega às torneiras”, lembrando que “a água da torneira é 500 vezes mais barata que a água engarrafada e é de igual qualidade” e que esta qualidade deve ser assegurada no futuro.

João Matos Fernandes reforçou a necessidade dos sistemas existentes no país, sem a capacidade técnica e comercial apresentada pela EPAL, melhorarem a sua sustentabilidade, afirmando que para além de investimento, a gestão é da maior importância, lembrando questões relacionadas com a faturação, a antiguidade dos contadores, ou a  falta de recursos humanos que permitam “debelar de imediato roturas que surgem”.

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