Sáb, 24 Fevereiro 2024

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Economia do futuro unirá criptomoedas e moedas convencionais

            Com a popularização do Bitcoin e outras criptomoedas, a cada dia fica mais claro que esses ativos vieram para ficar. Inicialmente, somente os entusiastas da tecnologia de blockchain acreditavam nisso, mas pouco a pouco o mercado financeiro tradicional tem se rendido às criptomoedas.

            Recentemente, uma executiva da Mastercard, Kiki del Valle, apontou que em um futuro próximo podemos presenciar uma economia híbrida, baseada em moedas convencionais e criptomoedas.

“Mais de 90 governos já estão pensando em como criar uma economia híbrida com criptomoedas, muitos deles trabalhando para isso”,  disse a executiva durante o Fórum de Inovação realizado pela Mastercard em Miami, EUA.

            De acordo com Kiki, não são somente os governos que estão focando seus esforços no desenvolvimento de uma economia híbrida, já que Mastercard e algumas outras empresas também estão seguindo esse mesmo caminho. Para ela, isso ocorre porque a companhia acredita que as criptomoedas e a tecnologia de blockchain são extremamente úteis para um ecossistema econômico.

            Segundo Kiki, a Mastercard já trabalha em conjunto com as corretas de cripto, as exchanges, possibilitando que os consumidores utilizem seus cartões de crédito para adquirirem esse tipo de ativo digital, oferecendo ainda soluções para saque ou uso das criptomoedas.

A executiva também alega que a companhia tem se dedicado para aprimorar a segurança no ambiente das criptomoedas, e para tal, adquiriu a Ciphertrace em 2021, uma empresa especializada em análise de dados on-chain. “Com a Ciphertrace, trabalhamos tanto com os bancos quanto com os governos para rastrear informações em blockchain e ajudar a melhorar a segurança desse ecossistema”, alega Kiki.

Digitalização de transações

            Além das criptomoedas, outro fenômeno financeiro que tem sido observado nos últimos anos é a digitalização da economia. De acordo com a Mastercard, apesar do crescimento da tecnologia de blockchain, a utilização de opções de pagamento e transações digitais tem se consolidado no mercado.

Kiki del Valle relata que a crise sanitária acelerou o processo de digitalização, já que até 2020 somente 4% das transações na rede Mastercard eram contactless, ou seja, métodos de pagamento que não envolvem contato. Todavia, atualmente, as transações via cartão por aproximação ou carteiras digitais chegam a 60% das transações na rede da empresa.

No Brasil, os cartões de crédito seguem como o principal método de pagamento em compras online, sendo bastante utilizados para realizar depósitos em plataformas digitais que vão desde o e-commerce e serviços de assinatura, aos sites de apostas esportivas e cassinos online, como os avaliados pelo especialista Julio Borges, que realizou uma análise completa dessas operadoras. Ele recomenda para o público tupiniquim aquelas que além de contar com um vasto catálogo de jogos, oferecem para seus clientes uma variedade de métodos de pagamentos, promoções recorrentes e que possuem licenças de operação emitidas por órgão regulador.

            Ademais, as transações online também tiveram um salto significativo desde o começo da crise sanitária, aumentando em 50%. Segundo Kiki, antes de 2020, as operações online representavam pouco menos de 20% do montante de transações registradas na rede Mastercard, mas, atualmente, esse número já passa dos 33%. Para ela, esse comportamento que se iniciou durante a crise sanitária, continuará em crescimento, e a expectativa é de que as coisas nunca mais serão como foram um dia.

            Kiki, por sua vez, aponta que na América Latina, as carteiras digitais também têm garantido o seu espaço, em grande parte graças à comodidade que oferecem, ao reunir em somente um lugar diferentes opções de pagamento. Para defender o seu argumento de que as carteiras digitais e a digitalização da economia estão em franca ascensão na América Latina, a executiva aponta que PicPay, Recarga Pay, PayPal e Mercado Pago já convenceram ao menos 50% da população da região a terem ao menos uma conta em uma dessas empresas. E, a expectativa é de que até 2026, 92% da população da América Latina possuam uma conta em uma empresa que disponibiliza uma carteira digital, o que faria com que a região figurasse entre as mais digitalizadas do planeta.

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