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Cartaxo cria carta do investidor para atrair empresas

A Câmara Municipal do Cartaxo vai reorganizar os serviços internos de forma a criar uma unidade de trabalho com recursos humanos dedicados exclusivamente à atração de investimentos para o concelho, ao apoio à indústria já instalada e à promoção do empreendedorismo.

A revelação foi feita pelo presidente Pedro Magalhães Ribeiro durante uma sessão pública de esclarecimento sobre o Parque de Negócios do Cartaxo – Valleypark, que contou ainda com a presença de José Eduardo Carvalho, presidente do Conselho de Administração da Valleypark, S.A., e de Jorge Pisca, presidente do Núcleo da Nersant do Cartaxo.

Esta unidade de trabalho da autarquia estará focada, segundo o presidente da Câmara, "em ser uma estrutura municipal facilitadora de negócios e da ação dos empresários”, e uma das suas primeiras tarefas será a criação da "Carta do Investidor", um documento que servirá para apresentar o Cartaxo a potenciais investidores”.

Considerando que o Parque de Negócios do Cartaxo “é um projeto estruturante para o município, por ser um fortíssimo instrumento de atração de empresas e criação de emprego”, Pedro Magalhães Ribeiro disse acreditar que o concelho tem um forte conjunto de potencialidades para atrair novos investimentos, casos das acessibilidades e da sua proximidade à capital portuguesa, "o principal centro de compras do país, onde se encontram 3 milhões de consumidores e excelentes infraestruturas portuárias e aeroportuárias”.

No atual contexto de crise financeira, é imperativo tornar o concelho mais competitivo em termos económicos, defendeu, explicando que uma das prioridades da Câmara é “resolver os impasses e bloqueios que ainda existem nesta área de localização empresarial e aumentar a capacidade de atrair novas empresas, para que rapidamente se instalem neste moderno espaço”.

A reorganização dos serviços municipais vai ser apresentada na próxima reunião de Câmara.

Quase tudo a postos para acolher investidores

Coube a José Eduardo Carvalho apresentar o Parque de Negócios do Cartaxo e explicar o processo que levou à sua implementação, começada em 1999, numa altura em que não havia qualquer infraestrutura que pudesse acolher os investidores interessados em localizar as suas empresas no Vale do Tejo.

O modelo baseava-se ainda no conceito de “aldeia empresarial”, contemplando também creche, instituições bancárias, restaurantes e bares, hotel, estação de serviço, quiosques, incubadora de empresas, entre outros serviços, mas as dificuldades em concretizar o projeto foram inúmeras.

"Só o Plano de Pormenor da área escolhida – que regula a alteração das características do terreno para possibilitar a construção – demorou quatro anos a ser aprovado, e com a Brisa foram dois anos de negociação até se conseguir o Nó de Acesso à A1" recordou o responsável.

A fase de infraestruturação do Valleypark já se iniciou, devendo as obras da primeira fase estar terminadas no próximo mês, informou José Eduardo Carvalho.

A primeira fase abrange uma área de 5,9 hectares e tem já uma empresa a construir instalações, a Tagusgás, estando outras três em fase de contratualização e seis em negociação para se instalarem nesta Área de Localização Empresarial.

O parque contará com uma incubadora de empresas, cujas instalações estão em fase de lançamento do concurso, acrescentou o presidente do Conselho de Administração da sociedade gestora.

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