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Banco de Fomento apoia recapitalização das empresas

nersant fomento

A recapitalização das empresas é uma das prioridades da Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD), vulgarmente conhecido como Banco de Fomento. A garantia foi dada pelo presidente deste organismo, que esteve na quinta-feira, 23 de julho, na sede da Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant), em Torres Novas, com o objetivo de esclarecer as empresas sobre os instrumentos financeiros que vai operar.

Com cerca de uma centena de empresários na sala, a presidente da direção da Nersant, Maria Salomé Rafael, recordou que há muito tempo que a associação “defende soluções paralelas de capitalização e crédito para as empresas”, pelo que recebe com grande expetativa, as propostas da IFD.

Na sessão de esclarecimentos, José Fernando de Figueiredo avançou que o Banco de Fomento “pretende encontrar soluções de capitalização para as empresas que colmatem falhas existentes no mercado, através de uma oferta mais inteligente, mais efetiva e mais eficaz para as empresas”, complementando, por isso, a oferta da banca tradicional. A ambição da IFD, acrescentou, “é capitalizar PME’s viáveis em setores transacionáveis ou áreas relevantes, bem como apoiar investimentos de longo de prazo”.

Nesta primeira fase, a IFD tem um curso dois projetos com interesse para as empresas e que deverão ser lançados em breve: a Linha de Capitalização Mezzanine IFD 2015, com 100 milhões de euros, e ainda o lançamento de dois Fundos destinados a Instrumentos Financeiros co-financiados por Fundos Europeus Estruturais e de Investimento.

“O nosso objetivo é que os fundos de fundos que estamos a criar sejam lançados até ao final de agosto”, revelou o responsável pela IFD, que garantiu que a instituição “pretende colocar o dinheiro na economia até ao final do 3.º trimestre do ano”.

Até ao momento, a IFD já colocou no mercado a Linha PME Crescimento 2015, com 1,4 mil milhões de euros, em funcionamento desde março, a Linha Revitalização, com 50 milhões, em funcionamento desde abril e a Linha Tesouraria para Empresas com Exposição Angola, com 500 milhões, em funcionamento desde junho.

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