Qui, 30 Maio 2024

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Aposta no setor do vinho é estratégica para a região e para o país

enologos

Mais de uma centena de profissionais ligados ao setor vinícola estiveram presentes nas II Jornadas Técnicas da Associação Portuguesa de Enologia (APE), que decorreram no dia 11 de abril, no Auditório Municipal da Quinta das Pratas, no Cartaxo.

Presente na cerimónia, o vice-presidente da Câmara Municipal do Cartaxo, fernando Amorim, reafirmou mais uma vez que a autarquia “quer ver a sua marca Cartaxo-Capital do Vinho reforçada e com reconhecimento na região e no país”, admitindo que “este é um longo caminho”mas “muito importante”.

João Silvestre, secretário-geral da CVR Tejo, mostrou-se satisfeito com “o aparecimento de novos enólogos, alguns muitos jovens, que trouxeram para a região vontade de inova e contribuiu para que hoje tenhamos um enorme leque de produtos certificados”. João Silvestre acredita que “a região Tejo vai-se afirmar como uma região muito importante, no panorama vitivinícola nacional”.

Pedro Magalhães Ribeiro, presidente da Câmara Municipal do Cartaxo, juntou-se aos trabalhos durante a tarde, afirmando que “a importância crescente do vinho enquanto produto turístico âncora, de cada uma das regiões,  é inquestionável”, referindo-se aos resultados do inquérito promovido pelo IPDT, Instituto de Turismo, junto dos operadores turísticos estrangeiros, que indicam o vinho, como o maior potencial turístico de Portugal e o produto que deve ser divulgado a nível internacional para vender o país como destino.

O autarca lembrou que ”37% dos operadores estrangeiros questionados, afirmaram que este é o melhor argumento de promoção do país no estrangeiro, e 31% afirmam mesmo que associam o vinho ao turismo nacional, antes do sol e mar. Esta mudança prende-se, certamente, com o enorme investimento em tecnologia, mas também em conhecimento e formação dos profissionais do sector”.

Setor vitivinícola contribuiu com 725 milhões de euros para as exportações nacionais

Frederico Falcão, presidente do IVV, explicou aos presentes que “no que diz respeito às exportações, que foram de 700 milhões de euros em 2012 e de 725 milhões de euros em 2013”, houve um crescimento em valor, mas uma regressão da quantidade exportada. O que atribuiu ao facto de as exportações terem crescido “no vinho engarrafado, mas regredido no vinho a granel, o que aumentou o preço médio em 13%”.

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