Esta questão foi debatida numa sessão online com diversas empresas da região, promovida pela Nersant, que explicou aos presentes o funcionamento e os procedimentos de entrada neste mercado asiático.
Segundo Pedro Félix, vice-presidente da Comissão Executiva da associação empresarial, uma das oportunidades começa no facto do país ter “quase 100 milhões de habitantes – 10 vezes mais que o mercado português – e apresentar um crescimento sustentável, nos últimos anos, na ordem dos 6 ou 7%”.
“O Vietname afirma-se hoje como a sexta maior economia e a segunda que mais rápido cresce na ASEAN (Associação de Nações do Sudeste Asiático), resultado de um crescimento sustentado ao longo dos últimos 30 anos, contradizendo aquele que tem sido o curso da economia mundial, permanecendo forte num ambiente económico difícil, decorrente de ideais protecionistas e guerras comerciais”, explicou Sérgio Silva, presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portugal-Vietname.
Outra das vantagens do país, segundo o mesmo, é o facto de estar “focado na sua integração internacional e multilateralismo, em políticas com forte orientação externa, com um compromisso com a liberalização comercial desde 1993, bem como com a criação de um ambiente de negócios e investimento cada vez mais atrativo”.
Na sequência desta vontade, o país “encontra-se incluído em 13 Acordos de Comércio Livre, assinados e em vigor”, entre os quais o acordo de nova geração com a União Europeia, o EVFTA (Acordo de Livre Comércio UE-Vietname), em vigor desde 1 de agosto de 2020.





























