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Pedro Teopisto abandona presidência do AC Pernes

pernespedroteopisto

O atual responsável máximo do Atlético Clube de Pernes (ACP), Pedro Teopisto, anunciou que vai deixar a presidência da direção do clube, cargo que ocupou nos últimos nove anos.

Numa carta onde explica parte das razões que o levaram a tomar esta decisão, Pedro Teopisto afirma que, depois da próxima assembleia geral do clube, marcada para a próxima sexta-feira, 9 de janeiro, mantém-se disponível para pertencer a um qualquer órgão, em qualquer lugar, exceto na nova direção do ACP.

Tal como a Rede Regional já tinha noticiado, um dos pontos da ordem de trabalhos da próxima assembleia geral, marcada a pedido de Pedro Teopisto, é a realização de eleições antecipadas para os órgãos sociais no biénio 2015 / 2016.

Na carta, o ainda presidente justifica esta decisão com o facto de “estarem por cumprir” todas as condições que tinha imposto quando se recandidatou ao 5º mandato, em janeiro de 2014.

Sem nunca ser muito claro, Pedro Teopisto diz não admitir tentativas de “interferência política” na condução dos destinos do clube, e dá a entender que foi pressionado para não criticar publicamente a Câmara Municipal de Santarém.

O responsável diz ainda compreender, mas não deixa de lamentar a diminuição de apoios financeiros ao clube, como é o caso da redução de 40% no subsídio atribuído pela Santa Casa da Misericórdia de Pernes, o que, a somar às dificuldades de encontrar outros patrocinadores, tem causado dificuldades a nível da gestão financeira do ACP.

Mas “o pior mesmo”, segundo Pedro Teopisto, “foi o arrastar no tempo da definição por parte do município da aprovação das verbas respeitantes às épocas desde 2010 a 2014, bem como ao continuar da não implantação do regulamento para 2014/2015, no que diz respeito aos apoios financeiros dos clubes que tem instalações desportivas próprias”.

O presidente acrescenta mesmo que “para além do regulamento que foi apresentado aos clubes ser completamente desigual, pondo em causa o tratamento de equidade que sempre defendemos”.

Pedro Teopisto remete mais esclarecimentos sobre as razões que o levaram a tomar esta decisão para a próxima assembleia geral, em que também vai ser discutido o relatório de contas de 2014.

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