Num certame que tem por hábito levar os visitantes a recuar ao passado histórico, a ação vai recriar a década de 70 do século XVII, em que a Inquisição e os Tribunais do Santo Ofício são instituições que representam o poder e através das quais ele se manifesta.
D. Pedro de Lencastre (1608 – 1673) foi Inquisidor-geral do reino no período que se compreendeu entre outubro de 1671 a abril de 1673, e exerceu o cargo durante um período de intensa atividade inquisitorial, aliado a um ciclo de instabilidade política e económica que acompanhou o início da regência de D. Pedro II.
“É este o cenário que a edição de 2019 desta feira de época pretende desenhar através de momentos de recriação histórica, atividades lúdicas, performances musicais e teatrais”, explica uma nota de imprensa da Câmara de Torres Novas.
Como nas edições anteriores, no recinto, os visitantes podem percorrer a mouraria, empunhar espadas na praça d’armas, entrar no submundo dos enfermos e desvalidos no Postigo da Traição, conhecer outras histórias no Paço dos Robertos ou provar iguarias numa das muitas bodegas da feira.
As pulseiras livre-trânsito estarão em pré-venda de 3 a 19 de maio pelo valor de 4,5 euros, para os cinco dias, e custarão 7 euros durante o evento, ao passo que a pulseira diária tem o valor de 5 euros.
































