Desenvolvido a partir do projeto performativo “Nuve”, onde se explora a relação entre a dança e as artes digitais, este espetáculo foi inicialmente apresentado em 2010, interpretado por Né Barros, e deu origem a diversas publicações nacionais e internacionais.
“Este projeto tem ainda a particularidade de se apresentar sob um formato mutável em que pode variar em cada apresentação”, explica uma nota de imprensa da Câmara de Santarém, que acrescenta que “a última versão evoca momentos da morte do cisne (lago dos Cisnes) imerso num espaço imaterial de luz e projeção: um fantasma do arquivo da dança voltasse agora para se testar numa realidade de aprisionamento ilusório”.
Coreógrafa e investigadora, Né Barros, ao longo da sua carreira, tem desenvolvido em ligação os seus trabalhos artísticos com os científicos.
João Martinho Moura é artista-investigador, e os seus interesses estão focados na arte digital, interfaces inteligentes, música digital e estética computacional.






























