Para esta mostra, o autor iniciou o trabalho em janeiro de 2020, numa época extraordinária do princípio do combate à pandemia da COVID-19, em tempos de profunda reflexão.
“Um artista vive no sangue esta realidade, dia-a-dia, revolve as entranhas para se recriar, para se transmitir. Um pintor pincela as emoções da vida”, explica João Lança, acrescentando que “a alma fala em cada tom cromático, em cada forma, questiona, confronta e obriga a tender para a harmonia em mensagens que nos mostram o que verdadeiramente sabemos da vida”.
Para o autor, trata-se de uma exposição que “reflete a fé na vida, a capacidade de enfrentar os medos, o querer seguir em frente mesmo que o caminho nos pareça árduo”.
































