A inauguração contou com a presença de José Krohn, sobrinho neto de Braamcamp Freire, a quem o vereador com o Pelouro da Cultura da autarquia Scalabitana, Nuno Domingos, fez um destaque especial, pelo seu papel “extraordinariamente importante na montagem da exposição, aconselhando, sugerindo e cedendo peças que estão patentes nesta mostra e que lhe acrescentam um lado que sem esta participação da família seria impossível”.
“Esta exposição aponta para uma dimensão muito importante da cultura e identidade, que é o reconhecimento dos nossos melhores, daqueles que podem ter o papel de guias, de apontar caminhos, definir perfis de atuação, de vida. E é o caso de Braamcamp, um homem que doou parte do seu património em prol da educação popular”, acrescentou o autarca.
A exposição está dividida em dois polos. Na Casa do Brasil pode ser visto um polo mais de interpretação, nomeadamente das facetas do político, do investigador, do bibliófilo e do colecionador, com algumas peças que vieram da Biblioteca.
Na Biblioteca pode-se ver o espólio enorme que foi doado por Braamcamp Freire, um acervo riquíssimo de correspondência particular, como foi a vida do próprio tanto como investigador e como político.
Nestes dois polos distintos dá-se a conhecer as múltiplas facetas da vida e personalidade de Braamcamp Freire (historiador, bibliófilo, genealogista, colecionador e político), bem como se aprofunda o estudo e explora a riqueza das coleções do Museu Municipal de Santarém, em particular das que Braamcamp legou em testamento a Santarém.
A exposição pode ser vista até 31 de agosto do próximo ano, na Casa do Brasil e na Biblioteca Municipal de Santarém e ver o legado mais valioso que o Museu Municipal de Santarém possui.






























