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Círculo revisita passado e projeta futuro no 60º aniversário

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Homenagens, exposições e um grande sarau com mais de 200 pessoas em palco são algumas das atividades do programa das comemorações do 60º aniversário do Círculo Cultural Scalabitano (CCS), que vai também assinalar de forma especial a fundação do Teatro Taborda, e que remonta a 1895.

A primeira iniciativa realiza-se no próximo dia 29 de novembro, a partir das 16 horas, e começa com uma homenagem a Maria Antónia Costa e a Maria Helena Stoffel, respetivamente ex-presidente e ex-tesoureira, pelos largos anos que dedicaram a esta associação cultural.

Depois de um abafado de honra, segue-se a inauguração de uma exposição com documentos simbólicos do CCS, naquela que será uma viagem pela sua própria história ao longo de seis décadas, desde a fusão oficial do Clube Literário Guilherme de Azevedo com o Orfeão Scalabitano.

A noite termina no Santarém Hotel, com um jantar comemorativo da efeméride e que inclui uma homenagem aos associados com mais de 50 anos e a alguns sócios fundadores.

A celebração do aniversário prosseguirá com o grande sarau anual do CCS, que se realiza no Teatro Sá da Bandeira, e que este ano é dividido em duas datas: 6 de dezembro, às 21h30, e 7 de dezembro, a partir das 16 horas.

Encenado por José Ramos, o espetáculo recebeu o nome de “Uma Noite de Júbilo… Um espetáculo memorial”, e pretende relatar a história de uma coletividade eclética que acolheu os frequentadores do antigo Teatro Taborda e preservou a sua herança, e que continuou, ao longo das décadas seguintes, a divulgar a cultura através do canto, da música, da dança e do teatro.

O sarau, com a participação de todas as classes de atividades do CCS, vai evocar figuras como Bernardo Santareno, Celestino Graça e Salgueiro Maia, entre outros, e acontecimentos como a Feira do Ribatejo, a guerra em África, a emigração e o Portugal e a sociedade scalabitana pós 25 de Abril.

Sobreviver com pouco dinheiro mas com muita vontade

santaremCCSaniversario02“É um facto que existem dificuldades financeiras. Mas, apesar da cultura sempre ter sido vista como um parente pobre, vamos conseguindo levar por diante a nossa missão inicial”, afirmou o atual presidente da direção do CCS, Eliseu Raimundo, durante a conferência de imprensa que serviu para apresentar o programa oficial do aniversário.

“Estamos melhores do que estávamos há cerca de um ano atrás, graças a uma grande contenção financeira e a uma reorganização administrativa e a nível da gestão”, explicou o responsável, acrescentando as dívidas bancárias estão pagas e que a Câmara de Santarém, com as verbas do PAEL, já liquidou as dívidas referentes aos anos de 2009 e 2010, e está a cumprir os planos de pagamento acordados para os protocolos de apoio ao associativismo cultural de 2011.

Com grande espírito de resistência, o Círculo vai conseguindo manter “uma atividade frenética”, segundo Eliseu Raimundo, em que se movimentam semanalmente mais de 300 elementos pelas suas instalações, entre as aulas e os ensaios do coro, do teatro, da Orquestra Típica Scalabitana, da dança e dos restantes departamentos.

Com o espetáculo que assinala o aniversário, “queremos mostrar e deixar vincado que nem só do passado vive o Círculo, mas sim do presente, da sua própria atividade e de toda a gente envolve”, explicou ainda o responsável.

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