Nuno Franco e Beatriz Costa foram coroados este sábado, 24 de outubro, Rei e Rainha das Vindimas do Concelho do Cartaxo 2015. Os dois jovens, ambos da União de Freguesias de Ereira e Lapa, destacaram-se entre os 11 concorrentes que subiram ao palco para representar as seis freguesias do concelho no concurso que nasceu em 1988 por iniciativa do programa “Tudo em Festa” da Rádio Cartaxo, tendo por mentor Vítor de Sousa, que hoje dá nome ao Prémio Simpatia.
Ana Sofia Sério, de 19 anos, candidata de Vila Chã de Ourique, obteve o título de Primeira Dama de Honor e o candidato de Pontével, Miguel Frederico, de 17 anos, o de Primeiro Pajem. Ana Rita Cruz, de 17 anos, candidata de Pontével, venceu o título de Segunda Dama de Honor e Nuno Ribeiro, de 16 anos, candidato de Vila Chã de Ourique, recebeu o título de Segundo Pajem.
O agora Rei das Vindimas, juntou-se a Tânia Batista, candidata de Valada, para receberem o Prémio Vitor de Sousa, atribuído, pelos próprios concorrentes, ao candidato e à candidata que se destaca pela simpatia e companheirismo ao longo do percurso que os jovens fazem em conjunto.
O espetáculo, que se realizou no pavilhão do Ateneu Artístico Cartaxense, incluiu ainda música da Banda Sociedade Filarmónica Ereirense, trajes regionais envergados por jovens do concelho, e vinhos da Adega Cooperativa do Cartaxo, servidos por alunos do Curso Vocacional de Serviço de Mesa da Escola Secundária do Cartaxo.
Sonhar aos 17 anos
A Rainha das Vindimas, Beatriz Costa, tem 17 anos e define-se como “uma pessoa que gosta de alcançar os seus objetivos e ajudar os outros”, quer ser fisioterapeuta e “realizar voluntariado pelo mundo, concluir a licenciatura e criar uma vida estável. Também gostava de criar um abrigo para animais”. Enquanto Rainha das Vindimas 2015, a jovem afirma que é “um privilégio representar a sua freguesia e dar continuidade às tradições do concelho”.
Nuno Franco, também com 17 anos, afirma-se como um jovem “alegre e positivo”, no futuro quer criar o próprio emprego e ter uma profissão ligada à sua terra, “ algo que não exista nas grandes cidades, uma gostaria de ter uma profissão mais ligada à terra e aos produtos que dela advêm”. Decidiu aceitar o desafio de se candidatar “pelo amor que tenho pela minha terra, pelas amizades que viria a fazer e pela curiosidade de estar no lugar das pessoas que durante alguns anos ajudou noutras edições da Eleição”.































