O tema desta edição é justamente “As artes invadem o Bairro”, a que a autarquia quer dar alguma renovação e dinamismo. O evento promove a participação da comunidade e desafia artistas visuais, nacionais e estrangeiros a realizarem trabalhos criativos e inovadores, tendo como referência o contexto histórico, social, cultural, económico e geográfico do território onde se insere.
Em comunicado a autarquia explica que “aproveitando as edificações devolutas e os espaços públicos descaracterizados”, o objetivo foi “incentivar a população a colaborar e a interagir com o movimento artístico”.
A Bienal conta com 150 participações individuais e 37 associações envolvidas e volta a incluir uma exposição fotográfica, tendo os fotógrafos amadores e profissionais de Coruche sido convidados a registar o bairro, as suas gentes e vivências, havendo ainda espaço para a partilha de fotografias antigas de moradores e da comunidade em geral, recolhas que integrarão a exposição “Bairro Novo: o passado e o presente”.
Esta edição teve como novidade a realização, entre maio e julho, de residências artísticas, com a permanência de 11 artistas na vila de Coruche durante três semanas, “permitindo que conhecessem melhor a região e a cultura locais e se deixassem inspirar pelas mesmas na conceção das suas obras”, acrescenta a nota.
Haverá ainda uma mostra de cinema, que inclui filmes do cineasta timorense Victor de Sousa Pereira, e uma conversa com os realizadores coruchenses João Alves, João Domingos, Carlos Amaral, Frederico Ferreira e Tânia Prates.
Consulte AQUI o programa da Bienal.
































