A peça segue o percurso de três personagens, três histórias, três versões de uma só verdade: uma mãe que dá um pacote de batatas fritas à filha para o pequeno-almoço; uma filha que vai para a cama com metade de Portugal e um pai que constrói uma casa para de seguida a destruir com as suas próprias mãos. Há ainda uma figura enigmática que veste uma t-shirt de Jesus Cristo, vende analgésicos e conta histórias maravilhosas de pica-paus, de árvores bebé e de redenção.
No geral, “a desgraça, o arrependimento, a crueldade são dados adquiridos. São a dura verdade da condição humana e da convivência das mulheres e dos homens que se encontram por acaso no mesmo espaço e no mesmo tempo e procuram encontrar um sentido para o momento que partilham”.
Com encenação de Graeme Pulleyn e interpretações de Diana Sá, Filipa Fróis e Ricardo Augusto, a peça conta com a criação e direção musical de Gonçalo Alegre.
Antes, no sábado, 11 de junho, a partir das 11h30, há teatro infantil no Círculo Cultural Scalabitano com as ’Histórias de Sonho’, contadas por Sofia Vieira, da Associação Aqui Há Gato.
A peça levar-nos-á por histórias de encantar muito divertidas, no Teatro Taborda, no centro histórico da cidade.
Na Biblioteca Municipal de Santarém/Casa-Museu Anselmo Braamcamp Freire, encontra-se a já habitual mostra: ’Falam documentos de outras eras…’, que se dedica a divulgar documentos curiosos do Arquivo Histórico Municipal.
Para este mês de junho, é revelado um inédito e desconhecido mapa demonstrativo da força do Exército Libertador, com data de 31 de dezembro 1833, numa época em que Portugal se viu envolvido nas denominadas guerras liberais. Visitas das 9h30 às 18 horas.
Na Casa Pedro Álvares Cabral/Casa do Brasil continua patente a exposição ‘Chão de duas pátrias’. A mostra, que passou a ocupar em regime de permanência, o piso térreo do edifício, procura revisitar a problemática do lugar de Santarém no contexto da expansão ultramarina e da diáspora, com enfoque especial, naturalmente, para o Brasil, invocado através de cartografia, iconografia e objetos etnográficos.
Horário de visita: terça a sábado 9 horas às 12h30 e das 14 horas às 17h30.































