Cada uma destas capas tem disponível um QR Code, onde os visitantes podem descarregar as histórias de cada um dos 50 anos em formato audioguia ou ouvir no podcast especial 50 anos do Expresso.
Para perpetuar a passagem das celebrações dos 50 anos, o Expresso vai deixar uma peça de arte urbana original, criada especialmente para esta ocasião e que pretende ser um local de encontro e incentivo de leitura.
Trata-se de um banco com três metros de comprimento, com a lotação de seis lugares, decorados com capas emblemáticas do jornal e com acesso ao wi-fi da rede Meo, para que se possa ler tranquilamente as notícias no telemóvel.
A exposição foi inaugurada esta quinta-feira, 9 de fevereiro, dia em que a Sala de Leitura Bernardo Santareno acolheu o debate “O jornalismo no país e no mundo”, integrado nas comemorações dos 50 anos do Expresso, que teve como dinamizadores, João Vieira Pereira e David Dinis, diretores do Expresso, e Joaquim António Emídio, diretor-geral de O Mirante, e que contou com a participação de Diogo Gomes, vereador do Município de Santarém.





























