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O quartel militar de S. Lourenço, em Abrantes, onde nos últimos anos esteve instalada a Escola Prática de Cavalaria (EPC) vai acolher ainda durante este ano o novo Regimento Militar de Apoio e Emergência do Exército Português.

O novo regimento vai ser uma força militar de apoio civil, ou seja, uma unidade para prestar apoio às populações em caso de catástrofes, ou à Proteção Civil, sempre que seja acionado para um qualquer teatro de operações em qualquer ponto do país.

Para lá da estrutura base, vai ter ainda uma companhia de engenharia, uma companhia de reabastecimento e serviços e um hospital de campanha.

Ao que Rede Regional conseguiu apurar, o novo regimento está em fase de criação através de um pacote legislativo no Ministério da Defesa que deverá ainda ser publicado em Diário da Republica, sendo depois a sua ativação da responsabilidade do Chefe do Estado Maior do Exército.

Embora o regimento ainda não esteja oficialmente criado, já está em curso o concurso público para levar a cabo um conjunto de obras nas instalações militares, e que passam pela renovação as infraestruturas básicas, pela requalificação de casernas no sentido de dar melhores condições de habitabilidade aos militares, e ainda a construção de um hangar que possa acolher todo o material da nova estrutura.

Jerónimo Belo Jorge



Comentários   

0 #4 fernando 23-01-2016 03:32
eu como ex militar de 1985 acho que nunca devia ter saido o rigimento infantaria n2 de abrantes agora esta as moscas e uma pena fui muito feliz nesse cortelo em 1985
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+4 #3 Paulo Pratas 26-07-2014 13:47
Boas tardes sendo eu um ex- militar de engenharia e que por diversas vezes prestei auxílio as populações portuguesas não entendo o porque de uma unidade desta envergadura em Abrantes se o que ela irá conter se enconta na Brigada mecanizada em Santa margarida e em Tancos bem como já a existência de parte desta unidade no antigo regimento de enganharia na pontinha?? Cheira me a gastos desnicessarioa como o que aconteceu com a transferência da escola de cavalaria para Abrantes o do regime ti de infantaria para Távira temos dinheiro para esbanjar?? Afinal quem somos nós???
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+8 #2 Carlos Ângelo 25-07-2014 17:06
Como Engenheiro de Proteção Civil, aplaudo e concordo plenamente com a ideia. Mas lembremos que neste pequeno Portugal muitas vezes se duplica e triplica valências e capacidades. Se o material entregue aos GIPS da GNR se for transferido para esta unidade militar concordo na totalidade. Mas se assim não for é mais uma unidade para nada.
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+2 #1 Luis Silva 24-07-2014 22:31
Só espero que não seja pretexto para se fazerem obras, como as que na Escola Pratica de Cavalaria em Santarém, sob pretexto da gripe das aves. Obras sem concurso, e segundo parece, sem obras, que nos vão custar uns milhões de euros.
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