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As obras dos blocos operatórios central e de partos do Hospital Distrital de Santarém (HDS) deverão estar concluídas em Outubro. A garantia foi dada na manhã desta quarta-feira, 13 de março, pelo Primeiro-Ministro, António Costa, durante uma visita que fez à unidade de saúde, acompanhado pela Ministra da Saúde.

"O que estamos a fazer, é fazer o que não foi feito (...). Vamos ter de novo um bloco operatório [central] com 5 salas, melhores condições em toda a zona de partos, não só no bloco operatório mas também com quartos individuais para as parturientes, para poderem ter uma assistência personalizada e isolada. Um conforto que é oferecido em outras instituições e que o Serviço Nacional de Saúde tem de ser também capaz de oferecer para poder ser atrativo e para não continuar a perder utentes para outras instituições", disse António Costa, rematando que "os portugueses têm direito que o Serviço Nacional de Saúde ofereça as melhores condições para qualquer tipo de ato médico".

Na visita ao HDS, o Primeiro-Ministro e a comitiva visitaram as obras de remodelação total do Serviço de Medicina Física e de Reabilitação, que rondaram os 350 mil euros, tendo sido recuperado todo o serviço, designadamente, gabinetes de consulta, ginásio, salas de tratamentos e todas as instalações de apoio necessárias a um serviço moderno e eficiente.

hds-costa-obrasNa visita ao bloco operatório central, que passará a contar com cinco salas cirúrgicas, com um novo layout mais eficiente, racional e adaptado à diferenciação atingida pelas diferentes especialidades cirúrgicas, António Costa inteirou-se ainda de toda a infraestrutura física de apoio ao bloco, designadamente a área de recobro, que terá capacidade para 10 unidades e salas pré anestésicas.

Quanto ao bloco de partos, terá duas salas cirúrgicas e restante infraestrutura de apoio, designadamente quatro salas de dilatação, sala de ecografia, sala dirigida a partos instrumentados, recobro pós anestésico e urgência obstétrica.

O valor total do investimento nos blocos vai ultrapassar os 6 milhões e meio de euros, sendo 4,1 para obras e 2,4 para equipamentos.

Ambos os projetos foram cofinanciados por fundos comunitários no valor de 140 mil euros (SMFR) e de 1,345 milhões (blocos). Neste último caso, a administração ainda aguarda a aprovação de uma candidatura ao programa Alentejo 2020, cuja comparticipação esperada é de 890 mil euros.

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