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A situação da RPP Solar e os sucessivos pedidos de adiamentos, quer seja na apresentação de documentos ou agora no pagamento de 1,1 milhões de euros pelos terrenos onde a fábrica está a ser implantada, continua a arrastar-se.

O último dos muitos prolongamentos de prazos para o pagamento dos terrenos terminou na segunda-feira, 14 de Janeiro, mas o empresário Alexandre Alves voltou a pedir um novo adiamento, desta vez para sexta-feira, 18 de janeiro.

Como habitual, a autarquia voltou a conceder esta nova prorrogação para efetuar o pagamento que permitirá ao empresário ficar na posse total dos terrenos junto ao hotel Abrantur.

Maria do Céu Albuquerque, presidente da Câmara de Abrantes, revelou que recebeu um pedido do advogado de Alexandre Alves para que o pagamento pudesse ser efectuado dia 18.

A compra efetiva dos terrenos liberta a RPP Solar dos acordos com a autarquia e poderá servir de garantia perante instituições financeiras ou parceiros que poderiam sustentar a viabilização do complexo.

Alexandre Alves culpou a crise internacional pela falta de financiamentos e viu o governo português cancelar os apoios que tinha aprovado, nomeadamente a classificação do projecto como Projecto de Interesse Nacional (PIN).

Apesar de todas as contrariedades, o empresário garantiu, no verão de 2012, que em Janeiro iria retomar os trabalhos no complexo industrial para dar início à produção de painéis fotovoltaicos em Março de 2013.



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