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O Movimento de Utentes dos Serviços Públicos do distrito de Santarém (MUSP) quer que o Governo inscreva no Orçamento do Estado para 2017 a abolição das portagens nas autoestradas A23 e A13.

Em comunicado, e após cartas enviadas a todos os grupos parlamentares, o MUSP considera que “não houve razões económicas, ambientais, de segurança e de coesão territorial que justificassem a instalação de portagens na A23 e, posteriormente, na A13”, e alerta para o facto de estas vias serem “fundamentais no acesso a cuidados de saúde nos três hospitais da região do Médio Tejo, que constituem o Centro Hospitalar do Médio Tejo”.

“Recentemente, alegando constrangimentos orçamentais, o Governo decidiu aplicar um desconto nos tarifários em vigor, mas em que foi excluída a A13”, adianta o mesmo comunicado, avançando ainda que na A13 e A23 “se praticam as mais elevadas taxas de portagem do país”.



Comentários   

-1 #1 joão alexandre 03-10-2016 18:04
A questão da abolição de portagens nas ex-Scutts já tem barbas. Neomosta matéria das AE´s sempre defendi o princípio do " utilizador/paga dor ", aliás nunca percebi as razões dos " espert´s " que em tempos de modo tão vigoroso defendiam portagens sim numas mas noutras não, como também ainda não percebi o que vi defender há pouco mais de 1 ano sobre a questão por parte de uns tais políticos das áreas socialista/bloq uista/ comunista face ao que hoje de " faca e queijo na mão " fazem. Veja-se, por exemplo, o que os " Costa - Catarina - Jerónimo " apregoaram a propósito da A 23 no verão de 2015 versus o que fizeram há uns meses, ou seja de Torres Novas a Abrantes os utilizadores recuperaram uns míseros cêntimos....
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