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As escolas básicas de Casais Lagartos e Casais da Amendoeira, na freguesia de Pontével, não vão abrir as portas no ano letivo que se inicia em setembro, segundo o que consta de um ofício enviado pela Direção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DRE-LVT) à Câmara do Cartaxo.

Segundo o delegado deste organismo, João Passarinho, a reorganização da rede escolar está concluída e seguiu os critérios definidos pelo Ministério da Educação, pelo que estes dois estabelecimentos escolares têm o seu encerramento oficial marcado para o próximo dia 1 de setembro.

A comunicação chegou na segunda-feira, 23 de junho, à Câmara do Cartaxo, que, curiosamente, aguarda por uma resposta do Ministério da Educação a uma exposição enviada pelo presidente Pedro Magalhães Ribeiro cerca de duas semanas antes, no dia 12.

O autarca pediu uma reunião com caráter de urgência ao ministro da Educação, mas Nuno Crato parece demasiado ocupado para receber a delegação do Cartaxo ou sequer para responder aos argumentos apresentados pela autarquia para justificar o não encerramento daquelas duas escolas.

A Câmara promete continuar a lutar contra a decisão do ministério, pois, segundo a exposição dirigida a Nuno Crato, as escolas em causa têm "boas condições de funcionamento fruto do investimento efetuado pela autarquia e do empenho de encarregados de educação, professores e do agrupamento escolar".

O seu encerramento "obrigaria à deslocação de dezenas de crianças numa freguesia com rede de transportes públicos deficitária e famílias com dificuldades financeiras", considera o autarca, acrescentando que o município já deu início à revisão da Carta Escolar, e que deverá ser esse o documento a ter em conta numa futura reorganização da rede escolar do concelho.

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O Ministério da Educação e Ciência (MEC) vai encerrar 12 escolas no distrito de Santarém. Cartaxo, Chamusca, Rio Maior e Tomar, com duas escolas, cada, são os concelhos mais atingidos, havendo encerramentos também em Alcanena, Almeirim, Santarém e Torres Novas.

escolas reorganizacaoAo todo, no país, o Ministério vai encerrar este ano 311 escolas, mas a reorganização da rede irá prosseguir no próximo ano letivo.

“O processo foi conduzido pela Secretaria de Estado do Ensino e Administração Escolar, tendo por base propostas feitas pelos serviços regionais do ministério e pelos municípios”, sublinha o MEC, em comunicado, que acrescenta que se tentou “sempre que possível encontrar consensos”, tendo para isso sido realizadas “múltiplas reuniões” com as autarquias.

No entanto, o processo de encerramento de escolas não foi pacífico para as autarquias, com trocas de acusações entre a Associação Nacional de Municípios Portugueses e o MEC, em que as autarquias acusaram o ministério de Nuno Crato de “conduta imprópria” e de falta de diálogo no processo, tendo o MEC, na resposta, manifestado a sua surpresa perante estas acusações e rejeitado qualquer imposição de fecho de escolas ao longo do processo.

"A reorganização [escolar] não tem custos diretos para o Estado. Podem haver algumas poupanças e, em algum caso ou outro, algum acréscimo de custos por causa de transporte, mas não é isso que nos move. O que nos move, acima de tudo, é dar melhores condições de educação e sociabilização aos alunos", afirmou o Ministro.

O distrito de Viseu é aquele onde se vão encerrar mais escolas do 1.º ciclo do ensino básico já no próximo ano letivo, com 57 estabelecimentos a fechar portas. Entre os distritos mais atingidos pelos encerramentos estão também Aveiro e Porto, com 49 e 41 escolas a fechar em 2014-2015.

Lisboa e Bragança são os distritos onde encerram menos escolas – duas em cada um dos distritos – seguindo-se Faro e Viana do Castelo, com três encerramentos anunciados.

Das restantes escolas que não voltam a abrir no próximo ano letivo, 17 são em Braga, 13 em Vila Real, 11 em Castelo Branco, 24 em Coimbra, 13 na Guarda, 24 em Leiria, 7 em Setúbal, 12 em Évora, 9 em Beja e 12 em Portalegre.

Veja AQUI a lista completa das 311 escolas a encerrar.

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Na sequência do sucesso do primeiro encontro "A Arte de Educar", a equipa de educação para a saúde do Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano está a organizar a sua segunda edição, que se realiza no próximo dia 3 de julho, a partir das 9 horas, no auditório da Escola Superior de Saúde de Santarém.

Durante o período da manhã, serão realizados dois debates subordinados aos temas "Como chegar à meta?" e "Artigo 43º", ficando a tarde reservada para o tema "A Escola, 40 anos depois...", que vai contar com as intervenções de André Freire, Nuno Serra e Sérgio Niza, moderados por Rui Lopes.

Na sua primeira edição, realizada em julho de 2013, este encontro reuniu cerca de 300 participantes, entre professores, pais, psicólogos e elementos da comunidade educativa da região.

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