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A Câmara Municipal de Santarém vai aumentar os subsídios para aquisição de livros e material escolar neste ano letivo que arrancou há poucos dias.

No que se refere ao apoio social escolar, os alunos que beneficiam do escalão A passam a receber um subsídio de 65 euros, contra os 45,80 euros do ano letivo anterior, ao passo que os estudante que têm escalão B passam a receber 32,50 euros, quando o apoio em 2014 / 2015 era de 25 euros.

Ainda no capítulo da educação, a Câmara de Santarém acordou com a Rodoviária do Tejo a criação de dois novos circuitos de transporte urbano público, "de modo a dar resposta às necessidades da população residente, estudantes e demais passageiros, em Alfange, Caneiras, Ponte da Asseca, Casais de Peso e Ómnias", explica uma nota de imprensa da autarquia.

Estas carreiras públicas "vão permitir efetuar o transporte escolar de cerca de vinte alunos que eram transportados em táxi", e que frequentam as EB1 do Pereiro e dos Leões, a EB 2,3 Mem Ramires e a Secundária Dr. Ginestal Machado, acrescenta a mesma nota.

As necessidades de transportes mais frequentes já tinha sido transmitida pela população residente à União de Freguesias da Cidade de Santarém, que desta foram conjugados com o transporte escolar dos alunos. 

eco-escolas

O Agrupamento de Escolas Dr. Ginestal Machado, o Centro Escolar de Alcanede e EB 2/3 de Alcanede vão receber o Galardão Bandeira Verde Eco-Escolas, desenvolvido em Portugal desde 1996 pela ABAE - Associação Bandeira Azul da Europa, que pretende encorajar ações e reconhecer o trabalho de qualidade desenvolvido pelas escolas, no âmbito da Educação Ambiental para a Sustentabilidade.

Enquanto o Agrupamento de Escolas Dr. Ginestal Machado recebe este galardão pela quinta vez consecutiva, o Agrupamento de Escolas de Alcanede obtém este reconhecimento pelos dois estabelecimentos escolares – Centro Escolar e EB2/3.

Este programa é coordenado a nível internacional, nacional, regional e de escola. Esta coordenação multinível permite a confluência para objetivos, metodologias e critérios comuns que respeitam a especificidade de cada escola relativamente aos seus alunos e caraterísticas do meio envolvente.

O plano de ação é desenhado por cada escola e deve ter em conta a Agenda de prioridades de ação/intervenção decidida pelo Conselho Eco-Escolas. As escolas são desafiadas a participar em diversos subprojectos que procuram (in)formar e aprofundar e premiar o trabalho no âmbito de temáticas específicas.

Para Manuel Lourenço, Diretor do Agrupamento de Escolas Dr. Ginestal Machado, “o hastear da Bandeira Verde significa simultaneamente um prémio/reconhecimento e uma responsabilidade por zelar pela continuidade deste galardão”.

A entrega das bandeiras verdes vai ser feita no próximo dia 14 de outubro, no Parque Regional de Exposições – Expotorres, em Torres Vedras.

cartaxo livros

A Câmara do Cartaxo começou esta segunda-feira, 14 de setembro, a entregar manuais de estudo e fichas de trabalho aos encarregados de educação dos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico, que vão frequentar os estabelecimentos de ensino do concelho no ano letivo de 2015/2016.

Os 1200 volumes serão entregues até ao final do dia de hoje, 15 de setembro, ficando disponíveis – para os alunos do escalão A e do escalão B –, antes do início das aulas e abrangem Estudo do Meio, Língua Portuguesa,  Matemática e Inglês.

O presidente da autarquia, Pedro Magalhães Ribeiro, garante que “os alunos vão poder iniciar as aulas com todo o material que necessitam”, referindo que “ao contrário do que aconteceu em anos transatos, este ano letivo a câmara iniciou a aquisição dos manuais logo que as listas oficiais foram publicadas e, com o empenho de todos os serviços envolvidos, foi possível entregar os manuais às famílias antes do início das aulas”.

O autarca considera que “o investimento de 20 mil euros que a câmara fez, representa um alívio no orçamento das famílias e um contributo para que 350 crianças do concelho possam frequentar a escola em igualdade de oportunidades com os seus colegas”, reconhecendo ainda que “as dificuldades que as famílias enfrentam, vão muito além da aquisição dos manuais escolares.

“Estas dificuldades têm tornado o direito à educação e o direito de acesso ao ensino em igualdade de circunstâncias, direitos que não são cumpridos de modo integral, criando desigualdades que não são admissíveis numa comunidade que se quer sustentável e coesa. O investimento em educação é de interesse público e é estratégico para o desenvolvimento do município”, completou o autarca.

Para além da aquisição e compra de manuais novos às famílias, a Câmara Municipal também organiza um programa de troca de manuais escolares usados, disponível na Biblioteca Marcelino Mesquita.

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