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A primeira pedra da obra de requalificação da escola básica Manuel de Figueiredo, em Torres Novas, foi lançada no sábado, 28 de junho. O novo estabelecimento de ensino irá substituir os atuais edifícios escolares e administrativo e terá um custo de 4,4 milhões de euros.

A intervenção prevê a construção de um novo edifício escolar; a construção de um novo edifício de ginásio contíguo ao pavilhão desportivo; a construção de um novo edifício de portaria; a remodelação e adaptação dos arranjos exteriores do recinto escolar e remoção de todos os telheiros de ligação entre blocos, atualmente com cobertura em fibrocimento.

O novo edifício escolar incluirá 19 salas de aula; 7 laboratórios; 2 salas de informática; 2 salas de educação visual e tecnológica; 1 sala de educação tecnológica; 1 sala de educação visual; 4 salas de música; 3 salas de pequenos grupos; 2 salas de seminário. Contará ainda com uma área administrativa e de gestão e sala de professores, bem como áreas de apoio (centro de recursos; convívio de alunos; bufete; papelaria /reprografia; refeitório; cozinha; sala de pessoal e gabinete médico).

O diretor do agrupamento de escolas Gil Paes, Paulo Renato, admite que a precariedade desta escola, em particular dos laboratórios, “foi sempre uma preocupação”, pelo que havia “necessidade de uma remodelação profunda”.

O presidente da Câmara Municipal de Torres Novas, Pedro Ferreira, lembrou que este é apenas mais um investimento inserido numa estratégia global de melhoria das condições de ensino. “Das velhas escolas, sem condições e com poucos alunos, numa parceria que direi perfeita entre o Município, Ministério da Educação, agrupamentos escolares, juntas de freguesia, pais e população em geral, surgiram seis centros escolares de excelência, onde a sabedoria e o empenho de todo o pessoal docente e não docente é valorizado pelas condições físicas dos equipamentos que têm à disposição”.

O autarca lembrou, no entanto, as intervenções que ainda precisam de ser feitas, nomeadamente no centro escolar de Santa Maria, na escola Artur Gonçalves e na escola Maria Lamas, projetos para os quais pediu o apoio do diretor regional dos estabelecimentos escolares, José Alberto Ponte.

Já o presidente da Assembleia Municipal, António Rodrigues, ex-presidente da autarquia durante mais de uma década, salientou o facto desta obra estar inserida numa estratégia estabelecida há anos atrás, que visa a criação de condições de ensino de excelência, nomeadamente através da construção de centros escolares.

A obra será feita pela empresa Comporto - Sociedade de Construções, SA. O investimento elegível é de 4.410.514,92 euros, sendo 3.748.937,68€ comparticipação QREN e cabendo 661.577,24€ à DRELVT – Direção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo.



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