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Visto há anos atrás como uma espécie de ensino de segunda categoria, o ensino profissional tem assumido nos últimos anos uma preponderância fundamental no ingresso de jovens - e menos jovens - no mercado de trabalho.

Com universidades e politécnicos a formarem muitos licenciados para o desemprego, os cursos profissionais, com uma formação mais prática e mais preparada para as reais necessidades das empresas, têm graus de empregabilidade que chegam aos 100 por cento e, muitas vezes, com os formandos que terminam os cursos a não serem suficientes para preencherem a procura das empresas.

Caso paradigmático desta realizada é o CENFIM - Centro de Formação Profissional da Indústria Metalúrgica e Metalomecânica, que só no ano de 2014 realizou 950 ações de formação, abrangendo um universo de cerca de 14 mil alunos. Destas ações, 60 foram feitas no núcleo de Santarém, atingindo cerca de 700 formandos.

Mas, mais que a dimensão dos números, o que impressiona é a quantidade de pessoas que, com estes cursos ingressam pela primeira vez ou conseguem regressar ao mercado de trabalho, por vezes após longos anos em situação de desemprego.

“No último grupo que saiu em fevereiro, todos têm trabalho e um já é chefe de turno”, referiu à Rede Regional Tiago Vieira da Cruz, diretor do núcleo de Santarém do CENFIM. Um orgulho e uma sensação de dever cumprido para uma instituição que está a comemorar 30 anos de existência, ao longo dos quais formou e qualificou mais de 40 mil pessoas que hoje trabalham em várias empresas do sector.

Tiago Vieira da Cruz garante que a empregabilidade destes cursos é sustentada e representa “uma alternativa de sucesso” e “uma oportunidade para a vida” para os formandos, que ficam com a porta aberta para trabalhar num sector que, só em Portugal, agrega cerca de 23 mil empresas e mais de 200 mil trabalhadores, sendo responsável por um volume de negócios de cerca de 26 mil milhões de euros, correspondentes a cerca de 18% do PIB português.

A formação do CENFIM cumpre todo o normativo nacional e internacional, o que permite o reconhecimento dos seus profissionais em qualquer parte do mundo. É o caso dos soldadores, trabalhadores muito requisitados – e também muito bem pagos em vários países dos cinco continentes.

 

Relação com as empresas é fundamental

cenfim geralUma das razões para o sucesso dos cursos do CENFIM e a aceitação dos seus formandos é a aposta na relação com as empresas. “Ao longo dos anos, tivemos sempre a preocupação de estreitar relações com as empresas, perceber as suas necessidades e oferecer uma formação à medida do que elas pretendem”, explica Tiago Vieira da Cruz.

“O conhecimento de índole superior dá capacidades importantes, como a inovação, mas também é necessário descer um pouco mais à terra e ver o que é necessário ao mercado de trabalho”, refere o diretor do CENFIM de Santarém, acrescentando que “as competências não se adquirem nas prateleiras dos supermercados”.

Na região, os cursos de soldadura e de técnico de manutenção industrial (mecânica e eletromecânica) são os mais procurados. Tiago Vieira da Cruz, engenheiro mecânico de formação, lamenta que os cursos não atraiam mais jovens e revela que a maior parte dos formandos são adultos de meia idade.

A formação que o CENFIM disponibiliza às empresas nos seus 13 núcleos, espalhados de Norte a Sul de Portugal, divide-se por várias áreas, nomeadamente formação à medida; apoio técnico e organizacional; formação contínua – aperfeiçoamento; formação contínua certificada; formação modular certificada (por saída profissional e tipos de atividade); Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC).

Pode ver toda a oferta formativa para empresas, adultos e jovens clicando AQUI (selecione opções do menu principal).



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