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As alunas Jéssica Marques, Soraia Gaspar e Jessica Santos, com a professora Maria João Maia

Três alunas da Escola Profissional de Rio Maior criaram de raiz uma caixa de medicamentos inteligente que tem vindo a colecionar prémios e distinções em concursos nacionais e internacionais para jovens cientistas.

O projeto chama-se "Smartkit" e começa a atrair as atenções da indústria para o seu possível fabrico e comercialização no mercado.

Seria "um sonho tornado realidade", segundo todos os que estão envolvidos no seu desenvolvimento.

O "Smartkit" é um equipamento inovador de indicação de medicação, ou seja, é uma caixa automatizada de medicamentos que, a cada hora programada, alerta o doente para a necessidade de tomar os comprimidos.

O aparelho é programado pelo técnico de saúde que cuida do paciente, através de uma aplicação para computador, tablet ou smartphone, e tem seis compartimentos diários onde os fármacos são divididos por horários, desde o jejum à hora de deitar.

Quando chega a hora de tomar os medicamentos, o "Smartkit" emite três avisos - sonoro, vibratório e visual - para que o doente carregue no botão que eleva o compartimento com a medicação a tomar.

É um sistema simples que resolve, logo à partida, dois problemas: a possível troca dos medicamentos corretos a ingerir e o esquecimento do doente, uma vez que o curador é alertado caso a medicação não tenha sido efetuada.

O sucesso a partir de uma ideia simples

riomaiorsmartkitaparelhoAs três alunas do Curso Técnico Auxiliar de Saúde responsáveis pela sua conceção, Jéssica Marques, Soraia Gaspar e Jessica Santos, ouviram falar pela primeira vez nos problemas da troca de medicamentos e da sobremedicação há cerca de dois anos, numa aula de saúde do 10º ano.

Foi aqui que surgiu a ideia, mas as jovens estudantes, que hoje frequentam o 12º ano, estavam longe de imaginar que o projeto que idealizaram granjeasse tanto reconhecimento.

No seu desenvolvimento, e depois de perceberem que não existia nada semelhante no mercado, têm contado com o apoio dos professores Maria João Maia, Anabela Figueiredo e Cristóvão Oliveira, este último mais ligado à área da criação técnica dos protótipos.

Na automação das caixas de medicamentos, tiveram a ajuda de um aluno do curso de Eletrónica, Eusébio Almeida, que já concluiu o secundário na Escola Profissional de Rio Maior.

Começado a desenvolver em 2012, o "Smartkit", que vai a caminho do seu quarto "upgrade" mantendo o conceito original, já recebeu prémios em três concursos nacionais e foi distinguido em dois dos mais conceituados concursos europeus para jovens cientistas, um na República Checa, que deu às alunas a oportunidade de visitar o European Patent Office, em Munique, na Alemanha, e outro na Holanda, que teve como prémio a participação numa feira mundial em Rio Grande do Sul, no Brasil.

Jéssica Marques, de Alcobertas, concelho de Rio Maior, Soraia Gaspar, do Cartaxo, e Jessica Santos, de Quebradas, Azambuja, preparam-se para seguir caminhos diferentes no ensino superior.

Pretendem seguir Serviços Sociais, Medicina Dentária e Enfermagem, respetivamente, mas garantem que tudo vão fazer para manter a empresa que constituíram para desenvolver o "Smartkit" - a Cares4You - e dar os passos necessários para que chegue o dia da sua introdução no mercado.

Potencial para ser uma realidade que não lhe falta.



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