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A região vitivinícola do Tejo foi, entre todas as regiões de vinhos nacionais, a que registou o maior crescimento global em 2011, em termos de exportações e vendas internas, tendo aumentado o seu desempenho em 27% face ao ano anterior.
Este crescimento foi fortemente impulsionado por um aumento de 74% nas exportações globais (União Europeia e países terceiros), número que traduz a venda de aproximadamente 6,7 milhões de garrafas para os mercados internacionais, revela a Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo),
“Estes resultados superaram as nossas melhores expectativas e resultam da conjugação de três factores: do esforço e empenho dos produtores, das acções internacionais de promoção da região organizadas pela CVR Tejo e da crescente melhoria da relação qualidade/preço dos nossos vinhos”, sublinha José Pinto Gaspar, presidente da CVR Tejo.
Entre os principais mercados importadores de vinhos do Tejo, a Suécia foi o que registou uma maior evolução, tendo aumentado em 494% o volume de litros de vinho adquiridos, sendo actualmente o segundo melhor “cliente” mundial de vinhos da região.
Nesse capítulo, a liderança continua a pertencer a Angola, mercado em que os vinhos do Tejo voltaram a crescer em 2011, aumentando em 60% o seu desempenho na exportação para aquele país face ao ano anterior.
A terceira posição na lista dos países maiores consumidores de vinhos da região é ocupada por Inglaterra, mercado que em 2011 aumentou em 81% o volume de litros de vinhos do Tejo importados.
Destaque ainda para a China, país para o qual os vinhos do Tejo aumentaram as exportações em 20%, o que o torna no quarto mercado internacional que mais vinhos da região consome.
No último ano a região exportou 43% do total de vinho produzido e é alicerçado nos mercados internacionais que, apesar do actual cenário de crise, que os produtores esperam poder continuar a registar um crescimento global de 2 a 3%”, antecipa.
Refira-se que, para 2012, os vinhos do Tejo elegeram os Estados Unidos como um dos mercados internacionais prioritários, estando previsto o desenvolvimento de acções com vista ao reforço da sua posição naquele país em Outubro.    

 

Vários trabalhadores da Águas de Santarém concentraram-se esta sexta-feira, 20 de janeiro, nas oficinas da empresa exigindo explicações pelo facto de não lhes terem sido processadas as verbas de horas extraordinárias, ajudas de custo, piquetes e prevenções na folha de vencimento deste mês.

"Como não houve nenhum aviso nem nenhuma explicação, as pessoas ficaram revoltadas", disse à Rede Regional um dos funcionários, que exigiram a presença de alguém da administração para esclarecer o caso. Foi-lhes então transmitido que a falta de processamento das verbas se ficou a dever a um erro administrativo e que as mesmas irão ser pagas somente em Fevereiro.

"O problema é que há trabalhadores com salários muito baixos, que precisam desse dinheiro extra para sobreviver durante o mês", acrescentou a mesma fonte.

Os funcionários só abandonaram o local de trabalho pelas 20 horas, após terem reunido com um elemento da administração.
 

António Pimentel Saraiva, de 49 anos, licenciado em Agronomia e Agropecuária, é o novo presidente da Companhia das Lezírias. A nomeação foi feita esta quinta-feira, 19 de paneiro, pelo Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território.

Pimentel Saraiva era diretor ibérico da Syngenta, empresa mundial focada no negócio agrícola, trabalhando entre Lisboa e Madrid. Foi presidente da Associação Industrial para a Proteção das Plantas e pertenceu à direção do Sistema Integrado de Gestão de Resíduos em Agricultura.

Os restantes membros da administração da empresa pública serão nomeados numa assembleia-geral que ainda não tem data marcada, mas que se vai realizar em breve.

Recorde-se que o ex-presidente do conselho de administração da Companhia das Lezírias, António de Sousa, pediu a cessação unilateral do contrato que o ligava à empresa em Novembro do ano passado. António de Sousa viu-se forçado a tomar esta iniciativa depois de várias diligências junto da tutela no sentido de uma definição de uma nova administração da empresa detida totalmente pelo Estado, uma vez que o mandato terminara em dezembro de 2010 e não foi nomeada outra.

Há quase um mês que a Companhia das Lezírias estava a ser gerida por um conselho de administração sem quórum, onde estava apenas a vogal Ana Teresa Caseiro.
 

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