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O centro de distribuição da Nobre Alimentação, é o primeiro edifício da nova Área de Localização Empresarial (ALE) de Rio Maior a ficar concluído. O espaço, que ocupará, no total, uma área de 65 hectares, custou 11,5 milhões de euros e possui 21 lotes nesta primeira fase mas prevê-se que possa chegar aos 76 lotes.

A ALE de Rio Maior é um dos quatro parques de negócios que estão a ser constituídos no Vale do Tejo, e foi pioneira no país, num processo que se iniciou em 2000, tendo a licença de instalação sido atribuída em 2008 e a autorização para exercício provisório de atividade no dia 11 de outubro.

Além do lote da Nobre Alimentação, já foram vendidos outros quatro lotes para a instalação de uma unidade de extrusão de alumínios (investimento do grupo espanhol Cortizo), uma de desmantelamento de viaturas (Nauto Lda), outra de comércio e exportação para Angola (SGLUX Lda) e outra de combustíveis (Petroibérica). Em negociação estão mais oito lotes, destinados a um armazém de perfis de alumínio, duas centrais de biomassa, uma fábrica de rações para animais e uma unidade de reciclagem de vidro.

No caso das Carnes Nobre, uma das empresas emblemáticas daquele concelho, este novo centro de distribuição vai permitir aumentar a área de produção. A passagem dos produtos que estavam em armazém na “velha” fábrica de Rio Maior para o novo centro permitiu já dar início às obras para uma nova linha de fatiados, essencialmente fiambres.

A Indústria de Carnes Nobre foi fundada em 1962 pelos descendentes de Marcolino Nobre, que introduziu em Portugal, em 1957, o primeiro matadouro regional do país, tendo sido adquirida em 2006 pelo Groupe Smithfield (EUA), maior grupo mundial do setor.

Em 2008, a Smithfield Foods fundiu-se com a Campofrio, daí resultando, segundo dados da Nobre, a maior empresa de carnes processadas da Europa e uma das maiores do Mundo.

A NERSANT - Associação Empresarial da Região de Santarém quer testar, junto das suas associadas, mecanismos de financiamento inovadores, que propôs ao Governo depois de analisar soluções existentes em Portugal, Estados Unidos, Brasil e União Europeia.

O presidente da comissão executiva da Nersant, António Campos, explica que do levantamento feito pela associação resultaram duas propostas concretas que aguardam a aprovação do Governo para serem apresentadas à banca, de forma a serem testadas no distrito antes de serem generalizadas ao país.

Uma das propostas passa pela titularização de créditos, devidamente certificada, que permitiria criar liquidez nas empresas, a outra visa a criação de obrigações participantes, que permitam às muitas empresas interessantes do ponto de vista económico, que não vão à bolsa e aos mercados de valores, ir buscar financiamento captando entradas no seu capital de uma forma organizada.

Os estudos que levaram à proposta destes dois mecanismos já foram entregues ao Governo e serão publicados em novembro juntamente com um terceiro mecanismo que a Nersant está a desenvolver com a Compagnie Benjamim de Rothschild que se destina a empresas que têm mercado e estão sólida”, mas que apresentam problemas internos ou défice de capitais próprios.

A Nersant está igualmente a ultimar um estudo que prevê a criação de uma rede de cooperação empresarial, que junte empresas a montante e a jusante da construção civil, permitindo, nomeadamente, concorrer a concursos internacionais

A Comissão Vitivinícola Regional Tejo vai levar oito produtores à China, país onde a procura destes vinhos tem vindo a crescer. O objetivo é aumentar para 20 o número de produtores a exportar para aquele mercado até ao final do ano.

Em comunicado, a CVR Tejo afirma que a delegação vai deslocar-se a Guangzhou, Macau e Hong Kong, onde participará, de 3 a 5 de novembro, numa das maiores feiras do mercado chinês e asiático, a Hong Kong International Wine & Spirit Fair.

Neste evento, onde os vinhos do Tejo terão um stand próprio com imagens identificativas da região, os produtores vão dar a conhecer os seus vinhos a profissionais do setor e ao consumidor final, afirma o comunicado.

Segundo dados da CVR Tejo, depois das exportações para a China terem duplicado em 2010, para os 335.000 litros de vinho, o mercado chinês adquiriu, na primeira metade deste ano, 160.000 litros de vinhos do Tejo, o que significa um crescimento de 28 por cento face ao período homólogo de 2010.

A China é o segundo país para o qual a região mais exporta, acreditando o presidente da CVR Tejo, José Pinto Gaspar, existir margem para continuar a crescer.

Integram a delegação os produtores Agro Batoréu, Casa Cadaval, Casal Branco, Casal do Conde, Falua, Pinhal da Torre, Quinta da Lapa e Quinta da Ribeirinha.

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